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domingo, 16 de junho de 2013

EUA e Rússia: caminhos inversos na agenda gay !

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EUA e Rússia: caminhos inversos na agenda gay

Julio Severo

A má notícia recente é que o governo dos EUA continua sua obsessão de promover e impor a agenda gay no mundo inteiro. De acordo com um artigo de LifeSiteNews, traduzido pelo Pe. Alan Bernardine Maria Wharton:
O secretário de Estado John Kerry deseja aos homossexuais em todo o mundo um “Feliz Mês do Orgulho.” Essa foi a mensagem transmitida em uma mensagem gravada lançada sexta-feira para funcionários do Departamento de Estado dos EUA, na qual ele delineou a abordagem forte da burocracia americana para promover a defesa do homossexualismo em todo o mundo.
“Em todo o mundo, na África, Ásia, Europa e nas Américas, nossos diplomatas estão ajudando organizações LGBT locais, e apoiando os defensores de direitos humanos locais, trabalhando para promover a igualdade, criar o diálogo e garantir a proteção para os indivíduos LGBT.”
Kerry disse que o Departamento de Estado está trabalhando para aumentar a quantia de dinheiro disponível para a defesa do homossexualismo internacional.
O papel alucinado do governo dos EUA no financiamento e promoção do movimento homossexual internacional não é novidade. Uma organização pró-família dos EUA denunciou em 2012 essa imposição no vídeo “Imperialismo cultural: a agenda de direitos sexuais.”
O governo brasileiro, com suas obsessões socialistas, nem pensa em fazer oposição a esse tipo de imperialismo. Pelo contrário, o Brasil se tornou imitador do lado mais podre da cultura e política dos EUA, recebendo repetidamente louvores do governo americano, inclusive do vice-presidente Joe Biden, que afirmou que o “Brasil é exemplo de democracia.”
Exemplo porque sobre o Brasil os EUA não precisam impor a agenda gay. O Brasil está sempre pronto para imitar o imperialismo homossexual.

No passado, Dilma Rousseff e vários de seus ministros adoravam imitar a Rússia e atacar o “imperialismo americano.” Hoje, eles agem de forma totalmente inversa, numa época em que a Rússia tem se notabilizado por seguir uma direção oposta ao imperialismo homossexual americano.
Se do lado americano só há “boas notícias” para os promotores internacionais da agenda gay, do lado russo as notícias são péssimas para Luiz Mott & Cia. Ou, como se diz em bom português, a coisa tá russa para os supremacistas gays da Rússia!

De acordo com o Yahoo Notícias:
Os deputados russos aprovaram nesta terça-feira duas leis que punem qualquer ato de “propaganda” homossexual em frente a um menor e que reprime “ofensas aos sentimentos religiosos.”
Os deputados russos aprovaram nesta terça-feira duas leis que punem qualquer ato de “propaganda” homossexual em frente a um menor e que reprime “ofensas aos sentimentos religiosos”, criticadas pelos defensores dos direitos humanos.
Segundo a lei, uma pessoa física pode ser obrigada a pagar de 4.000 a 5.000 rublos em multa (100 a 125 euros), uma pessoa de autoridade pública de 40.000 a 50.000 rublos e uma entidade jurídica de 800.000 a um milhão de rublos.
A punição é ainda mais severa se a propaganda foi feita na internet e prevê que as entidades jurídicas sejam fechadas por até 90 dias.
É um contraste surpreendente. A ditadura gayzista internacional conta hoje com o fenomenal apoio financeiro, diplomático e governamental dos EUA para passar por cima da oposição. Mas na Rússia, com muito menos força e recursos, a ditatura gayzista está se deparando com uma resistência que está deixando os militantes gays do mundo inteiro, inclusive autoridades da Europa e EUA, de queixo caído de decepção.
Pode-se dizer, conforme a Bíblia afirma, que os primeiros estão sendo os últimos, e vice-versa.
Talvez no futuro os papéis venham a se inverter, com a Rússia apoiando o imperialismo homossexual internacional e os EUA fazendo oposição.
Seja como for, sempre será digno de apoio toda e qualquer nação que fizer resistência à ditadura gay.
Hoje, parabéns à Rússia! Talvez algum dia no futuro possamos também dar parabéns aos EUA.
Leitura recomendada:
Governo americano e imperialismo homossexual:
Rússia e imperialismo homossexual:


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domingo, 5 de maio de 2013

Relações entre Venezuela e EUA deterioram-se com rapidez após declarações de Obama


Relações entre Venezuela e EUA deterioram-se com rapidez após declarações de Obama

5/5/2013 13:50
Por Redação, com agências internacionais - de Caracas

Obama adotou um discurso intervencionista quanto à Venezuela
Obama adotou um discurso intervencionista quanto à Venezuela
O Presidente da República da Venezuela, Nicolas Maduro, alertou ao povo deste país sobre a necessidade de “ativamente defender a pátria”, após as reivindicações intervencionista do governo dos EUA, condensadas nas declarações do presidente norte-americano, Barack Obama.
– Eu chamo as pessoas, organizações políticas, colegas de todos os partidos e movimentos políticos da revolução, movimentos sociais, o Grande Pólo Patriótico, os conselhos comunais: ir para uma mobilização em massa nas ruas, todos os as pessoas vão, de mobilizar em todas as capitais. AVenezuela será respeitada – disse ele.
O chanceler Elias Jaua tabém leu um comunicado em que garante:
“O presidente Obama, ao incentivar o surgimento de um Pinochet na Venezuela, terá que assumir a responsabilidade perante a história. Sabemos como levar e defender nossa paz e independência na pátria de Bolívar”.
Em uma entrevista nesta sexta-feira, à jornalista Maria Elena Salinas, do canal de TV Univision, durante sua visita ao México, perguntado se os EUA “reconhecem Nicolas Maduro como o presidente legítimo da Venezuela”, Obama respondeu:
– O hemisfério inteiro viu a violência, os protestos, a situação com a oposição. Nossa percepção é de que o povo da Venezuela quer eleger seus dirigentes em eleições legítimas. E nosso foco no hemisfério não é ideológica. Isso remonta à Guerra Fria. Ele é baseado na noção de princípios fundamentais dos direitos humanos, a democracia, a liberdade de imprensa, liberdade de reunião. Isso está sendo esta cumprido, sendo respeitado? Há relatos de que não estão sendo respeitados, após as eleições. E eu acho que a nossa única preocupação neste momento é garantir que o povo da Venezuela possa determinar o seu próprio destino, livre do tipo de práticas que todo o hemisfério foi se afastando. Uma das maiores histórias de progresso que temos visto na América Central e do Sul, e está enraizada na grande mudança para a democracia, a liberdade. Você vê aqui no México, onde houve uma transição pacífica de um partido para outro, após as eleições, vimos na Colômbia, Chile, Peru. Acho que o que o povo da Venezuela querem a mesma.
Obama também interveio para defender Timothy Tracy Hallet, indivíduo norte-americano preso em 25 de abril , acusado de ser um agente da inteligência que atuou ao lado de seguidores da ultra-direita na Operação Soberania para incentivar os motins de 15 de abril, no qual morreram nove pessoas, uma delas queimada viva por apoiadores do candidato derrotado Henrique Capriles.
– A noção de que essa pessoa seria uma espécie de espião é ridícula (…) temos visto ocasionalmente fora da Venezuela este tipo de retórica. O cidadão dos EUA que está aparentemente preso, será tratado como qualquer norte-americano que se mete em uma espécie de emaranhado legal em um país estrangeiro – disse Obama, em declarações feitas na Costa Rica, pouco antes do final de um mini tour do presidente dos EUA pela América Latina.
Os discurso de Obama no México e na Costa Rica, sobre a Venezuela está levando a uma rápida deterioração das relações bilaterais.
“O presidente Obama e suas declarações não ajudam a melhorar as relações bilaterais. Pelo contrário, leva a uma maior deterioração que só confirmar ao mundo a política de agressão que você e seu governo realizou contra a nossa nação”, disse o comunicado.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/relacoes-entre-venezuela-e-eua-deterioram-se-com-rapidez-apos-declaracoes-de-obama/606369/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20130506

sábado, 24 de março de 2012

REUNIÃO DE SACERDOTES DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)



--- Em seg, 21/3/11, ONCC <oncc.presidente@gmail.com> escreveu:

Não verifiquei a fonte, mas, mesmo assim, o diálogo merece nossa reflexão!



"Nós estamos abrindo as portas, as conseqüências cairão sobre nossos
descendentes".
 
REUNIÃO DE SACERDOTES DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)
 
 
 
CONCLUSÕES DA REUNIÃO:
 
 
· A religião muçulmana é a que mais cresce em número nos
Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.
 
· No mês passado, assisti à uma classe de treinamento, para
manter as minhas condições de segurança no departamento de prisões do
estado.
 
· Durante a reunião, foram apresentados três dos
intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um
pastor protestante e um imã muçulmano, que nos deram diversas
explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me, sobretudo
o que o imã islâmico diria.
 
· O imã fez uma completa e detalhada apresentação da sua
religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.
 
· Depois das apresentações, foi concedido um tempo para
perguntas e respostas.
 
· Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã:
 
· Por favor, corrija-me se me equivoco, mas segundo entendo, a
maioria dos imãs e clérigos do islã, declararam a "JIHAD" (guerra
santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um
infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um
lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel?
 
· Sem discutir minhas palavras, o imã disse: "São os não crentes".
 
· Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos
os seguidores de Alá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não
é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correto?
 
· A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de
uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar
envergonhado respondeu: ASSIM É!
 
· Acrescentei: pois bem senhor imã, tenho um verdadeiro
problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os
católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley
ordenasse a todos os protestantes que fizessem o mesmo para também
poderem ir para o céu...
 
· O imã ficou mudo.
 
· Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo,
quando o senhor e os seus colegas, dizem aos seus pupilos que me
matem. O que preferiria o senhor: a Alá que lhe ordena matar-me para
poder ir para o céu ou a Jesus que me ordena amá-lo, para que eu vá
para o céu e que o leve comigo.
 
· Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio,
quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.
 
COM O NOSSO SISTEMA JUDICIAL LIBERAL E POR PRESSÃO DA "ACLU"
(Organização Árabe Americana), ESTE DIÁLOGO NÃO SERÁ PUBLICADO. POR
ISSO, ROGAMOS QUE FAÇA CIRCULAR ESTE DIÁLOGO POR TODAS AS SUAS LISTAS
PARA O DAR A CONHECER.
 
Rick Mathes - Capelão de prisões (USA)
 
"OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO
IDIOTAS"! (Dr. Martin Luther King)
 
Se eles matam e se matam pela sua fé... porque não enviar este e-mail
aos meus amigos e irmãos de fé...
 
Sejamos corajosos!!!

 
Jared dos Santos
Presidente
Ordem Nacional de Capelania Cristã - ONCC
Telefone 019-3862-0955 (residência)
Telefone/fax 019-3805-3703 (escritório)
Celular 019-8194-6020 / 9764-7208


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