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sábado, 11 de maio de 2013

ABSURDO: EX-TERRORISTA OFICIALMENTE INSCRITO PARA UMA VAGA NA CIDH

Vannuchi oficialmente inscrito para concorrer a uma vaga na CIDH

11/5/2013 12:29
Por José Dirceu - de São Paulo
O ministro Vannuchi espera pelo fim das eleições
Vannuchi foi ministro da Educação no governo do presidente Lula. Criador do famigerado PHDN-3.

O Brasil acaba de lançar o nome do PauloVannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos no governo Lula, para uma das vagas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). É uma escolha muito acertada, que conta com todo nosso apoio e torcida para que vença. Afinal, a biografia de Vannuchi mais do que o recomenda para o cargo.
A CIDH é o braço da Organização dos Estados Americanos (OEA) que tem como missão avaliar as violações dos direitos humanos nos países membros da entidade. A comissão é formada por sete representantes dos países integrantes da OEA. Destas, três vagas estarão abertas e nós vamos concorrer com postulantes indicados pelo México, Colômbia, Estados Unidos, Equador e Peru.
Felizmente, nós estamos muito bem representados pelo Vannuchi(O que? o criador do PHDN-3?). Aos 62 anos, ele dedicou a vida à defesa dos direitos humanos e conta com uma trajetória amplamente vinculada a esta área. A indicação de seu nome não poderia ser melhor. Vannuchi começou sua militância política nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Igreja Católica nos tempos da ditadura militar.
Lutou(VEJA A FICHA DELE ABAIXO) contra a repressão do regime de força, em defesa dos que foram barbaramente perseguidos naqueles tempos. Graduado em jornalismo, Vannuchi fez pós graduação em ciência política. É um quadro do nosso partido, sempre na luta em prol dos direitos humanos e das conquistas democráticas. Além disso, desenvolveu um excelente trabalho como ministro dos Direitos Humanos durante o governo Lula.
OLHA A TORCIDA DOS PUXA-SACO DE EX-TERRORISTAS: "Todo nosso apoio e torcida pela escolha do nome do Paulo Vannuchi para a CIDH".
FICHA TECNICO DO EX-TERRORISTA CANDIDATO A UMA VAGA NO CIDH:
Paulo de Tarso Vannucci – (É pra matar mesmo – ALN) Aliança Libertadora Nacional

Terrorista dos anos 60/70. Nasceu em São Joaquim da Barra, São Paulo, em  15 de maio de 1950.

Cursou medicina por dois anos na Universidade de São Paulo, abandonando o Curso. Formou-se em jornalismo pela mesma universidade  Foi militante da Aliança Libertadora Nacional–ALN, criada por Carlos Marighella, ex-deputado pela Bahia.

Vannucci não participou de ações armadas na ALN, servindo apenas como apoio. Segundo militantes presos, Vannucci “amarelava” em situações de perigo, colocando em risco as operações. Por isso foi limitado a concepção e planejamento  de ações terroristas, não se podendo imputar a ele a participação Direta em atentados e assassinatos.    

Mas foi o autor intellectual e o responsável por assaltos a bancos e a quartéis, atentados a bomba, roubo de armas, seqüestros, assassinatos e outras atrocidades cometidas pela ALN, a mais radical e sangüinária organização terrorista de esquerda.

A ALN, conhecida pelo bordão “É pra matar mesmo”,

pregava ser dever do guerrilheiro urbano“.

 
O extermínio físico dos agentes da repressão e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos  Exploradores da população”–(Manual do Guerrilheiro Urbano).

Paulo Vannucci foi preso sem oferecer  resistência, e mum aparelho da ALN, em São Paulo, em  1971. Sob pressão, cooperou com as investigações, em troca de uma pena branda, o que levou
ao  mapeamento da estrutura da ALNe à prisão de diversos dos seus companheiros. Recebeu  uma pena de quatro anos de prisão.

Aderindo ao PT, em 2001, 
Vannucci foi Presidente do Instituto Cidadania, coordenado por Luiz Inácio Lula da Silva, e Secretário-Executivo do comitê central da campanha presidencial de Lula, em 2002, Cargo que valeu a esse ex-terrorista a inconcebível nomeação a Secretário Especial De Direitos Humanos.
Paulo Vannucci cultua hoje o mesmo perfil de herói burocrata dos seus tempos de ALN, avesso ao risco pessoal.Trama, nas leis, decretos, planos e indenizações, a revanche da guerra que perdeu sem lutar ,acovardado.

Atual Min. da Educação no Governo Lula e foi tambem Ministro da Secretaria Especal dos Direitos Humanos em 2005.

O seu Plano Nacional de Direitos Humanos-3 traz, dissimulado, o objetivo de reinterpretar a Lei da Anistia, para que se punam os crimes cometidos pelos órgãos do governo.

Em outra frente, tem usado o cargo de Secretário Especial de Direitos Humanos para premiar Amigos ex-terroristas e ex-guerrilheiros com polpudas pensões e indenizações milionárias, em uma ousadia extemporânea que não apaga a sua inércia e o temor doentio que tinha frente ao perigo, quando era um jovem militante da ALN.

SERÁ QUE A OEA E O CIDH SABE QUEM FOI PAULO VANUCCI? Duvido. O Governo pintou-o como um grande estadista que lutou pelos direitos humanos(dos bandidos terroristas das décadas de 60,70 e parte de 80, AUTORIZANDO GORDAS INDENIZAÇÕES. Porém os pais de Brasileiros assassinados cruelmente com as bombas e ataques terroristas que ele mesmo planejou não MERECEU NADA DELE. 

Este cara tem de ir para a CADEIA e apodrecer lá. 



quinta-feira, 11 de abril de 2013

HONORÁVEIS TERRORISTAS: Conhece Diógenes José Carvalho de Oliveira?

Diógenes José Carvalho de Oliveira
Apelido: Leandro

Presidente do Clube de Seguros da Cidadania, em Porto Alegre, órgão encarregado de coletar fundos para o PT.

Terrorista dos anos 60/70. Era conhecido pelos codinomes de “Leandro”, “Leonardo”, “Luiz” e “Pedro”.

Em 1964, já era militante do Partido Comunista Brasileiro. Fugiu para o Uruguai e delá, em 1966, foi para Cuba, onde fez curso de guerrilhas e especializou-se em explosivos. Em 1968, retornou ao Brasil e colaborou, em SãoPaulo, na organização da Vanguarda Popular Revolucionária–VPR. A partir daí teve participação ativa em São Paulo em assaltos a bancos, atentados com bombas, seqüestros e assassinatos

Há uma longa lista de atentados e assassinatos praticados por Diogenes. Citam-se apenas os principais.

No início da madrugada de 20Mar68, fez explodir uma bomba-relógio na biblioteca da USIS, no consulado dos EUA, na Avenida Paulista. Três estudantes que caminhavam pelo local foram feridos, entre eles Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda.

Na madrugada de 20Abr68, preparou mais uma bomba, desta vez lançada contra o jornal "OEstado de SãoP aulo. A explosão feriu três pessoas. Na madrugada de 26Jun68, fez parte do grupo de 10 terroristas que lançou um carro-bomba contra o Quartel General do então II Exército, no Ibirapuera, matando o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais seis militares.

Em 01Ago68, participou do assalto ao Banco Mercantil de SãoPaulo, localizado no bairro do Itaim, como roubo de NCr$46mil. Em 20Set68, participou do assalto ao quartel da Força Pública, no Barro Branco. Na ocasião, foi morto a tiros o sentinela, soldado Antonio Carlos Jeffery, do qual foi roubada a sua metralhadora INA, que seria usada para matar o Capitão Chandler.

Na madrugada de 22Jun68, participou do assalto ao Hospital do Exército em SãoPaulo, localizado no Cambuci. Fardados de tenente e soldados, cerca de 10 militantes da VPR renderam a guarda e roubaram fuzis e munições Em 12Out68, assassinou, a sangue frio, o capitão Charles Chandler, do Exército dos EUA, descarregando os seis tiros de seu revolver Taurus calibre.38, na frente da mulher e do filho de Chandler.

Em 27Out68, participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca. Em 06Dez68, participou do assalto ao BANESPA da Rua Iguatemi, roubando NCr$80mil e ferindo o civil José Bonifácio Guercio, a coronhadas.

Em 11Dez68, participou do assalto à Casa de Armas Diana, na Rua do Seminário, de onde foram roubadas cerca de meia centena de armas, além demunições. Na ocasião, foi ferido a tiros o civi lBonifácio Signori.. Diógenes foi o coordenador do assalto realizado em 24Jan69, ao 4ºRI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições e que marcou o ingresso de Carlos Lamarca na VPR.. Em 02Mar69, Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana. Um ano depois, em14Mar70, foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do consul do Japão em SãoPaulo.

Em 1986, era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo companheiro da VPR e fazia parte do Movimento "Tortura Nunca Mais".

Este homicida, sobre quem pesam as mortes do Capitão Chandler ,a sangue frio, dos Soldados Mario Kosel Filho e Antonio Carlos Jeffery ,e a mutilação de Orlando Lovechio Filho, em atentado à bomba, está livre. Não bastasse isso, no dia 24 de janeiro de 2007, o governo concedeu-lhe uma aposentadoria vitalícia de R$1.627,00 mensais,pagando-lhe ainda uma indenização de R$400.000,00, para compensar a “perseguição que sofreu durante a Ditadura”.

Outros dados encontrados no linkdo site USINA DE LETRAS: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=47603&cat=Artigos&vinda=S
Este autor concorda com o uso dos seus textos, desde que informem a autoria e o local da divulgação.

Diógenes José Carvalho de Oliveira, vulgo Diógenes do PT (Março de 1968 à março de 2008 - 40 anos - Uma Vida)‏

O criminoso Diógenes José Carvalho de Oliveira, também conhecido como Diógenes do PT, como membro da Vanguarda Popular Revolucionária participou dos crimes abaixo relacionados , pelos quais o governo o está, agora , recompensando.

Perguta: E as suas vitimas receberam alguma indenização?

Milton,

Ai vai a Portaria do Ministro da Justiça que concedeu regia pensão ao terrorista que colocou a bomba no Consulado, ou seja o AUTOR do ato. Para realçar ainda mais, segue tambem o descritivo das barbaridades que este senhor praticou. Abraço

Orlando Lovecchio Filho

***

Publicada no Diário Oficial da União de 24 de janeiro de 2008 – pág. 38

NO GOVERNO DE LULA :

Ministério da Justiça - GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA Nº 112 DE 23 DE JANEIRO DE 2008

O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais, com fulcro no artigo 10 da Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002, publicada no Diário Oficial de 14 de novembro de 2002 e considerando o resultado do julgamento proferido pela Comissão de Anistia, na 75ª Sessão realizada no dia 06 de setembro de 2007, no Requerimento de Anistia nº 2003.01.17477, resolve: Declarar DIÓGENES JOSÉ CARVALHO DE OLIVEIRA portador do CPF nº 428.216.490-53, anistiado político, concedendo-lhe reparação econômica, de caráter indenizatório, em prestação mensal, permanente e continuada, correspondente ao cargo de Auxiliar Administrativo, conforme informado pela Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul - CEEE - GT, no valor de R$ 1.627,72 (um mil, seiscentos e vinte e sete reais e setenta e dois centavos), com efeitos retroativos da data do julgamento em 06.09.2007 a 05.10.1988, perfazendo um total retroativo de R$ 400.337,73 (quatrocentos mil, trezentos e trinta e sete reais e setenta e três centavos), e a contagem do tempo, para todos os efeitos, do período compreendido entre 06.06.1966 e 10.10.1979, nos termos do artigo 1º, incisos I, II e III da Lei nº 10.559, de 2002.

* DESCRITIVO DAS AÇÕES PRATICADAS POR DIÓGENES JOSÉ CARVALHO DE OLIVEIRA ( também conhecido como "LEANDRO", "LEONARDO", "LUIZ" e "PEDRO")

-A revolução de Mar 64 o encontrou como militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Sentindo-se perseguido, fugiu para o Uruguai, onde ingressou, em 1966, no recém-criado Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR) de Leonel Brizola.

-Ainda nesse ano, arranjado por Brizola, foi fazer curso de guerrilha em Cuba, onde ficou um ano e se destacou como especialista em explosivos.

-Em 1967, já no Uruguai, tomou consciência de que Brizola era muito de falar e pouco de agir. Diógenes queria, ardentemente, exercitar o que aprendera na ilha de Fidel

-Retornou ao Brasil e, em Porto Alegre, conheceu Almir Olímpio de Melo ("Paulo Melo"), que o conduziu a Onofre Pinto, em São Paulo, que também se havia desiludido com o comandante Brizola.

-Em Mar 68, concretizou-se o congresso de fundação da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) - organização comunista criada para derrubar o regime pela luta armada - cuja primeira direção ficou constituída por Wilson Egídio Fava, Waldir Carlos Sarapu e João Carlos Kfouri Quartim de Morais, pelo grupo dissidente da Política Operária (POLOP), e Onofre Pinto, Pedro Lobo de Oliveira e Diógenes José Carvalho de Oliveira, pelo núcleo de remanescentes do MNR.

-Pôde assim, Diógenes, iniciar uma longa trilha de sangue, realizando algumas dezenas de ações terroristas na capital paulista, dentre as quais assaltos a bancos, explosões de bombas e assassinatos. O que se segue é, apenas, uma pequena, uma pálida idéia do que praticou esse militante comunista.

-No início da madrugada de 20 Mar 68, participou do atentado que fez explodir uma bomba-relógio na biblioteca da USIS, no consulado dos EUA, localizado no térreo do Conjunto Nacional da Avenida Paulista. Três estudantes amigos, que caminhavam pelo local, foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda.

-Na madrugada de 20 Abr 68, preparou mais uma bomba, desta vez lançada contra o jornal "O Estado de São Paulo", que funcionava na esquina da Rua Major Quedinho com a Rua Martins Fontes; do mesmo modo que a anterior, a explosão feriu três inocentes

-Na madrugada de 22 Jun 68, participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo, localizado no Cambuci. Fardados de tenente e soldados, cerca de 10 militantes da VPR renderam a guarda e roubaram nove fuzis FAL, três sabres e quinze cartuchos 7,62 mm

-Na madrugada de 26 Jun 68, fez parte do grupo de 10 terroristas que lançou um carro-bomba contra o Quartel General do então II Exército, no Ibirapuera, matando um dos sentinelas, o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais seis militares.

-Em 01 Ago 68, participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, localizado na Rua Joaquim Floriano, 682, no bairro do Itaim, com o roubo de NCr$ 46 mil.

-Em 20 Set 68, participou do assalto ao quartel da Força Pública, no Barro Branco. Na ocasião, foi morto a tiros o sentinela, soldado Antonio Carlos Jeffery, do qual foi roubada a sua metralhadora INA. -Em 12 Out 68, participou do grupo de execução que assassinou o capitão Chandler, do Exército dos EUA. Foi Diógenes quem se aproximou do capitão - que retirava seu carro da garagem, na frente da mulher e filhos - e nele descarregou os seis tiros de seu revólver Taurus calibre .38.

-Em 27 Out 68, participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca.

-Em 06 Dez 68, participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo (BANESPA) da Rua Iguatemi, com o roubo de NCr$ 80 mil e o ferimento, a coronhadas, do civil José Bonifácio Guercio.

-Em 11 Dez 68, participou do assalto à Casa de Armas Diana, na Rua do Seminário, de onde foram roubadas cerca de meia centena de armas, além de munições. Na ocasiao, foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori.

-Diógenes foi o coordenador do assalto realizado em 24 Jan 69, ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições e que marcou o ingresso de Carlos Lamarca na VPR.

-Em 02 Mar 69, Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana.

-Um ano depois, em 14 Mar 70, foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo.

-Diógenes ficou pouco tempo no México, indo rever seus amigos em Cuba, onde ficou por cerca de um ano. Em 25 Jun 71, saiu de Cuba e foi para o Chile, que havia se tornado, com Allende, a nova "Cuba sul-americana". Com a queda de Allende, em Set 73, retornou ao México e daí foi para a Europa, onde esteve em diversos países, dentre os quais a Itália e a Bélgica.

-Em fins de 1974, radicou-se em Lisboa, onde permaneceu um ano.

-Em Jan 76, iniciou seu périplo africano, onde foi para Angola e Guiné-Bissau, sempre junto com sua então companheira Dulce de Souza Maia, a "Judith" da VPR.

-Em 1979 e em 1981, representando o governo de Guiné-Bissau, esteve no Brasil por alguns dias.

-Em 1986, era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo companheiro da VPR e fazia parte do movimento "Tortura Nunca Mais".

-Na década de 90, ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes.

-Era o Diógenes da VPR. Hoje, é o Diógenes do PT

-Atualmente é o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, em Porto Alegre, órgão encarregado de coletar fundos para o PT.

Obs.: É por isso que eu costumo repetir, repetir, repetir: vivemos numa autêntica República Socialista dos Bandidos (F. Maier).

sexta-feira, 15 de março de 2013

BOLSONARO(Ex-Militar) X GENOÍNO(Ex-Terrorista) : Quem você escolheria para a Comissão da Verdade

BOLSONARO TORTURA GENOINO NO PLENÁRIO...A VERDADE DÓI, MAS PRECISA SER DITA PARA ARRANCAR ESTE CÂNCER DO BRASIL...COMISSÃO DA VERDADE(?) NÃO TEM NENHUM EX-MILITAR...ATÉ A ADVOGADA DE DILMA, DO TEMPO QUE ELA FOI TERRORISTA, FOI CONVIDADA POR ELA. E OS DEMAIS? NENHUM MILITAR...POR QUE SERÁ...QUEREM MESMO APURAR A VERDADE?

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=38kwGdA5WR4

quinta-feira, 14 de março de 2013

José Genoíno Guimarães Neto (Geraldo) – Foi Pres.Camara Federal

Em 1968, aos 22 anos, ingressa no Partido Comunista do Brasil (PC do B), Partido que fazia oposição ao governo militar do país. Com a decretação do AI-5, em dezembro de 1968, muda-se para São Paulo e passa a viver na clandestinidade. Em 1968 se filiou ao PC do B, partido que defendia a luta armada contra o governo militar. Em 1970 vai para Goiás com o objetivo de lutar na Guerrilha do Araguaia, uma das principais ações desenvolvidas pelo partido na época, a fim de transformar o Brasil em uma sociedade socialista.

Foi capturado pelos militares em 1972 durante uma incursão dos militares que combatiam os guerrilheiros, fato que selou o fim da Guerrilha.

A partir de sua prisão, o Exército localizou os esconderijos e depósitos de armas e ficou sabendo dos nomes dos líderes e militantes da guerrilha. Um a um, eles começaram a ser capturados ou mortos pelo Exército”.

Passou os próximos cinco anos na prisão, onde foi torturado. Foi solto em 1977 e passou a lecionar história. Em 1978, abandonou o PCdoB e, dois anos mais tarde, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores–PT. Foi eleito Deputado federal pelo PT em 1982 pela primeira vez, e reeleito nas quatro eleições seguintes.

Foi anistiado em 1979 e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT),[2] partido pelo qual foi eleito deputado federal por São Paulo entre 1982 e 2002. Em 2002 se candidatou para ao governo de São Paulo, mas foi derrotado. No mesmo ano foi eleito presidente nacional do partido, substituindo José Dirceu.

Genoino foi indicado para assumir o Ministério da Defesa no início do Governo Lula, mas seu nome foi rejeitado pelos militares. Em 2006, depois do escândalo do mensalão, foi novamente eleito deputado federal por São Paulo.

Em 2006, envolvido num grande esquema de corrupção: compra de votos de parlamentares, o famoso “mensalão”, e empréstimos vultuosos para o PT, sem conhecimento de membros da executiva do Partido, foi obrigado a deixar a presidência do PT.

Denunciado pelo Procurador Geral da República, está sob investigação pelo Supremo Tribunal Federal, como um dos responsáveis pelo “mensalão”. Atualmente é Deputado federal pelo PT.

Genoino também é irmão de José Nobre Guimarães, o deputado cearense mais votado em 2006, mas que ganhou notoriedade nacional quando um de seus assessores, José Adalberto Vieira da Silva, foi preso em 2005 ao tentar embarcar em um vôo de São Paulo para Fortaleza com 200 mil reais em uma mala e 100 mil dólares em espécie escondidos na cueca.

Em agosto de 2007, o STF aceitou a denúncia de Genoino e outros 11 réus pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O deputado, que passou a contar com foro privilegiado em razão da sua eleição como deputado em 2006, ainda aguarda o resultado do julgamento. Se condenado pelo STF, pode pegar de 17 a 99 anos de cadeia.

No início de 2011, Genoíno foi nomeado assessor especial do Ministério da Defesa, cargo diretamente subordinado ao titular da pasta. Em 8 de maio de 2011, Genoíno, um ex-integrante da guerrilha armada que lutou no Araguaia contra o Exército Brasileiro, foi condecorado pelo Ministério da Defesa com a Medalha da Vitória, entregue a personalidades civis ou militares que tenham prestado serviços relevantes à Defesa nacional. Foi a primeira vez que um ex-guerrilheiro recebeu tal homenagem das Forças Armadas no Brasil.

Atualmente está cotado para ser Assessor Especial do Ministro Nelson Jobim, na Defesa.
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