A APFL, ou Associação Pró Ficha Limpa, tem por finalidade informar os brasileiros dos problemas que estão ocorrendo no governo federal, governos estaduais e municipais e informar a sociedade brasileira sobre leis esdrúxulas propostas por parlamentares interesseiros, bem como denunciar falcatruas e roubos do erário público praticados por pessoas inescruprulosas que ocupam cargos nos governos em geral.
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sexta-feira, 15 de março de 2013
REINALDO AZEVEDO: A imprensa e a democracia. Ou: Sou um extremista
A cobertura que a imprensa ocidental fez da morte de Hugo Chávez, a nossa também — e vocês conhecem as exceções —, foi asquerosa. Mais uma vez se voltou àquela fraude moral e intelectual que consiste em opor como termos ou permutáveis ou mutuamente compensáveis a ditadura e a melhoria das condições de vida da população. Assim, não estava claro se alguns coleguinhas consideravam que “Chávez era um ditador, mas melhorou a vida dos mais pobres” ou se “Chávez melhorou a vida dos mais pobres, mas era um ditador”.
O sujeito que diz a primeira frase é só um admirador ainda envergonhado de ditaduras. Um dia perde a vergonha e solta a louca chavista que existe em seu interior. O segundo é só um crítico envergonhado de ditaduras. Teme que a patrulha de vagabundos o tome por reacionário, então fica com essas adversativas compensatórias, com receio de dizer claramente que ditadura, como método de governo, é injustificável e ponto final.
O primeiro tipo é, sem dúvida, mais asqueroso, de convivência impossível, com quem não se pode partilhar nem mesmo um café. O segundo já passa por boa-praça; é, na verdade, até bem-intencionado. Mas é também inútil para a causa democrática. Tenho, em verdade, mais desprezo intelectual pelo segundo do que pelo primeiro. Aquele que, sabendo mais e tendo mais clareza do processo, condescende com regimes de força e acaba se esforçando para buscar neles alguma virtude é pior do que o idiota que nem sabe direito o nome do que defende.
É por isso que, entre certos bananas e oportunistas, este escriba ficou com a fama ou de “exagerado” ou de “radical demais”. Radical em quê? Na defesa da democracia, na defesa da pluralidade, na disposição de chamar ditadura de “ditadura”, mesmo quando vem com o embrulho da consulta democrática? A grande desgraça, a grande porcaria, também no nosso jornalismo, é que ele está de tal sorte contaminado pelo pensamento politicamente correto que alguns tontos nem se dão mais conta do que escrevem. Já volto à Venezuela. Antes, algumas outras considerações.
Vimos a imprensa brasileira espalhar, por exemplo, a calúnia asquerosa do jornalista Horacio Verbitsky, um palhaço do kirchnerismo, contra o papa Francisco. Ele não tem nenhuma evidência, prova ou indício de que o agora Sumo Pontífice colaborou com a repressão. Há não mais do que a impressão e o achismo de um jesuíta então preso. Ao contrário: o que está devidamente evidenciado é que o Jorge Bergoglio atuou para tentar libertar alguns encarcerados. E isso ensejava contatos com a cúpula militar — o mesmo aconteceu no Brasil.
Muito bem! A esmagadora maioria dos veículos que tratou do assunto omitiu o fato — NOTEM: É FATO, NÃO BOATO — de que Verbitsky foi um terrorista montonero. Um pouco de honestidade intelectual lhe resta: admite o fato — até porque não teria como negá-lo. Foi apresentado como “próximo” da Cristina Kirchner, a Louca da Casa Rosada. Errado! É um propagandista do governo, do regime. Mais do que isso: é um assessor informal da presidente que persegue abertamente a imprensa.
Mas quê… O suposto passado colaboracionista do agora papa é exposto, ainda que a informação seja atribuída a Verbitsky, mas sobre o passado do próprio jornalista, nada! Que critério é esse? Então a vida pregressa do terrorista e o presente do áulico têm de ser escondidos dos leitores, dos internautas? O que aconteceu com os editores de alguns grandes veículos? Passam o dia tomando café, pensando na morte da bezerra, administrando borderôs? Estou cobrando apenas apreço aos fatos. Por que é assim? Só pode ser porque, no fim das contas, se considera que ser montonero era estar “do lado certo da batalha”. A explicação alternativa é a burrice pura e simples. Mas, como sempre se é burro de um lado só, considero que é método demais para tão pouca inteligência. A burrice metódica vira uma escolha ideológica — além de ser uma sabotagem aos interesses do leitor, do telespectador, do ouvinte, do internauta.
O mesmo se dá com a cobertura, que já ultrapassou o limite da baixaria, da pressão contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Duvido que alguém faça a ele mais restrições de natureza intelectual, política e até bíblicas do que eu. Não penso o que ele pensa. Não comungo de suas ideias. Mas é uma barbaridade, um acinte ao bom senso, uma ofensa aos fatos, afirmar que ele foi racista ou homofóbico em suas declarações. A acuação de racismo consegue ser a mais exótica. E se ele tivesse certado na referência bíblica e se referido aos cananeus, descendentes de Canaã, amaldiçoado por Noé? Quem deveria estar acusando o pastor de “racista”? Santo Deus! A mãe deste senhor é negra. Ele próprio é negro segundo os critérios dos racialistas. Seria contemplado pela lei das cotas que esses ditos “progressistas” defendem.
Lamento! A cobertura de certa imprensa lembra uma matilha hidrófoba. Do que é mesmo que acusam o deputado? De intolerante? Por isso não o deixam falar? De agressivo? Por isso não aceitam seu pedido de desculpas? De resto, se a Comissão existe apenas para homologar as reivindicações dos grupos militantes, que seja dada, então, por extinta e as matérias aprovadas sem exame. Esse tipo de procedimento emburrece gerações. Não são poucos os veículos de comunicação que estão abrindo mão, de forma clara e lastimável, da pluralidade e até do direito de defesa. EU SEMPRE SOU MUITO CLARO E MUITO DURO COM O PENSAMENTO QUE REPUDIO. MAS JAMAIS ATRIBUO, MESMO À PESSOA MAIS DETESTÁVEL, O QUE ELA NÃO FEZ OU DISSE. SE DETESTÁVEL MESMO, CERTAMENTE ENCONTRAREI RAZÕES PARA CONTESTÁ-LA POR AQUILO QUE FEZ E DISSE. “Ah, é que você pega leve com os evangélicos.” Pego? Perguntem a Edir Macedo.
Não é assim, não! Há uma perda quase generalizada de referências. Este blog existe porque a Internet está aí. Mas a imprensa não pode ser mera caudatária desse processo, até porque, há muito tempo, também as redes sociais não são livres. Estão sendo monitoradas por grupos organizados, por difamadores profissionais, por militantes a soldo. O que entendemos por democracia? É a força de quem grita mais? Ninguém precisa testar a sua tolerância com pessoas com as quais concorda, não é mesmo?
Quais são, no fim das contas, os valores que orientam esse jornalismo?
Volto à Venezuela
Sempre fico muito irritado quando leio um tonto ou outro a afirmar que, afinal, a Venezuela não pode ser considerada uma ditadura porque há oposição, porque funciona um Parlamento, porque há eleições… Bem, então não houve ditadura militar no Brasil. Simples assim. Não houve???
Nicolás Maduro, ex-motorista de ônibus, resolveu voltar a seu passado de “trabalhador”. Afinal, o marqueteiro de Lula e Dilma, João Santana, está lá e é seu orientador. Conduziu pessoalmente um grupo de eleitores para uma solenidade de entrega de 352 casas. Também estreou num programa de televisão. A oposição, evidentemente, não tem acesso à TV e não pode participar da entrega de prebendas. “Quase ditadura”? “Democracia diferente?” Não! A Venezuela é uma ditadura, e são, portanto, delinquências políticas estas duas frases:
“Chávez era um ditador, mas melhorou a vida dos mais pobres”;
“Chávez melhorou a vida dos mais pobres, mas era um ditador”.
Até porque essa melhoria consistiu na distribuição de alguns caraminguás do petróleo. Cobrou um preço por isso: o controle do Legislativo, o controle do Judiciário, o fim da imprensa livre — décadas serão necessárias para recuperar o país desse desastre. “E as elites antigas, que nunca distribuíram nem os caraminguás?”, poderá indagar alguém. Sua estupidez não justifica a miséria política a que o ditador conduzir o país.
Encerro assim
Em matéria de defesa da democracia, só um ponto de vista é moral: o extremista.
Por Reinaldo Azevedo
quarta-feira, 13 de março de 2013
Ariovaldo Ramos: seu lamentável apoio ao ditador marxista Hugo Chávez
Artigo cristão escrito por Julio Severo
Ariovaldo Ramos: seu lamentável apoio ao ditador marxista Hugo Chávez
Hugo Chávez morreu (provavelmente meses atrás), mas a oficialização recente de sua morte trouxe lamentos de notórios ditadores e terroristas do mundo inteiro, inclusive de Cuba e do Irã.
O povo venezuelano, em parte, também foi induzido aos lamentos. Mas tal conduta é explicável pela total manipulação social do regime comunista estabelecido como um câncer na Venezuela.
O lamento mais patético veio de um líder evangélico brasileiro, que disse que “Todos os que, em todo lugar, lutam pela erradicação da pobreza, pela emancipação do ser humano, e por justiça e acesso ao direito para todos, tiveram, em Hugo Chávez, uma referência de compromisso para com o pobre, para com o despossuído, para com o injustiçado.”
A declaração foi feita por Ariovaldo Ramos, considerado um dos profetas da Teologia da Missão Integral — que, de acordo com ele mesmo, é a vertente protestante da marxista Teologia da Libertação.
Se um homem que estabeleceu um governo populista merece ser referência, por que então não colocar nesse mesmo pedestal Adolf Hitler, cujo governo era voltado para as classes trabalhadoras?
De forma semelhante, Hitler nutria pelos judeus os mesmos sentimentos manifestos em Chávez, que publicamente amaldiçoou Israel, conforme registrado neste vídeo em espanhol: http://youtu.be/Mgp5oReu8Go
Hoje, ficamos chocados quando lemos sobre pastores luteranos que apoiavam o governo populista de Hitler, que foi eleito democraticamente.
Ficaríamos muito mais chocados se aparecesse algum pastor dizendo que conviveu com Hitler.
Por que então não ficamos indignados quando Ariovaldo Ramos, que é um dos líderes da Aliança Evangélica, diz que agradece a Deus “pelo privilégio de ter convivido com essa personalidade de minha geração, com quem tive o privilégio de estar por duas vezes”?
Ariovaldo, que é filho espiritual de Caio Fábio, não louvou a Deus por pregar o Evangelho ao ditador venezuelano que detestava Israel e amava os ditadores de Cuba, Irã e outros países marcados pela sanguinária perseguição aos cristãos. Ele louvou a Deus como se Chávez tivesse sido um grande exemplo de espiritualidade, integridade e amor.
A única referência importante de Chávez era como ditador marxista.
Sei que pastores protestantes podem ser enganados. Isso aconteceu na Alemanha nazista, com a cegueira dos pastores que apoiaram o populista Hitler. Está acontecendo nos EUA, com pastores apoiando o populista Obama. E está acontecendo no Brasil, com pastores que apoiaram o populista Lula e hoje apoiam a populista Dilma Rousseff.
Um pastor amigo meu visitou a Venezuela e se encontrou com pastores, que desabafaram que sua nação, tão oprimida pelo governo marxista mentiroso de Chávez, precisava de ajuda para sair desta prisão, e tudo o que conseguiu foi uma comitiva do Brasil de anos atrás para trazer a solidariedade pró-Chávez do governo Lula.
Na comitiva, veio Ariovaldo Ramos, que se encontrou com o ditador venezuelano representando os evangélicos.
Para os desanimados pastores venezuelanos, ficou a impressão trágica de que Ariovaldo, em seu entusiasmo pelo marxismo reinante na Venezuela, representou os sentimentos da população evangélica do Brasil.
Não lamento a ida de Hugo Chávez às profundezas do inferno. Mas lamento que um líder que se diz evangélico deturpe o caráter de Deus, que quando encarnado em Jesus Cristo, não quis continuar fazendo multiplicação de pães a fim de evitar ser populista.
A missão dEle era se apresentar como Pão da Vida, Pão espiritual, conforme João 6.
Lamento profundamente que Ariovaldo tenha confundido o Pão da Vida com as migalhas de Chávez e sua religião marxista.
Em seu lamento de puxa-saco, Ariovaldo disse: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Eu posso dizer isso dos profetas da Bíblia e principalmente de Jesus. Mas dá para se dizer isso de Hitler, Stálin, Fidel Castro e Hugo Chávez, ainda que todos eles tivessem sido populistas?
Ao Chávez de sua época, Jesus disse: “Meu Reino não é deste mundo.” (João 18:36 KJA)
Lamento lhe dizer, Ari, mas o seu reino é totalmente deste mundo.
Ariovaldo Ramos: seu lamentável apoio ao ditador marxista Hugo Chávez
Hugo Chávez morreu (provavelmente meses atrás), mas a oficialização recente de sua morte trouxe lamentos de notórios ditadores e terroristas do mundo inteiro, inclusive de Cuba e do Irã.
O povo venezuelano, em parte, também foi induzido aos lamentos. Mas tal conduta é explicável pela total manipulação social do regime comunista estabelecido como um câncer na Venezuela.
O lamento mais patético veio de um líder evangélico brasileiro, que disse que “Todos os que, em todo lugar, lutam pela erradicação da pobreza, pela emancipação do ser humano, e por justiça e acesso ao direito para todos, tiveram, em Hugo Chávez, uma referência de compromisso para com o pobre, para com o despossuído, para com o injustiçado.”
A declaração foi feita por Ariovaldo Ramos, considerado um dos profetas da Teologia da Missão Integral — que, de acordo com ele mesmo, é a vertente protestante da marxista Teologia da Libertação.
Se um homem que estabeleceu um governo populista merece ser referência, por que então não colocar nesse mesmo pedestal Adolf Hitler, cujo governo era voltado para as classes trabalhadoras?
De forma semelhante, Hitler nutria pelos judeus os mesmos sentimentos manifestos em Chávez, que publicamente amaldiçoou Israel, conforme registrado neste vídeo em espanhol: http://youtu.be/Mgp5oReu8Go
Hoje, ficamos chocados quando lemos sobre pastores luteranos que apoiavam o governo populista de Hitler, que foi eleito democraticamente.
Ficaríamos muito mais chocados se aparecesse algum pastor dizendo que conviveu com Hitler.
Por que então não ficamos indignados quando Ariovaldo Ramos, que é um dos líderes da Aliança Evangélica, diz que agradece a Deus “pelo privilégio de ter convivido com essa personalidade de minha geração, com quem tive o privilégio de estar por duas vezes”?
Ariovaldo, que é filho espiritual de Caio Fábio, não louvou a Deus por pregar o Evangelho ao ditador venezuelano que detestava Israel e amava os ditadores de Cuba, Irã e outros países marcados pela sanguinária perseguição aos cristãos. Ele louvou a Deus como se Chávez tivesse sido um grande exemplo de espiritualidade, integridade e amor.
A única referência importante de Chávez era como ditador marxista.
Sei que pastores protestantes podem ser enganados. Isso aconteceu na Alemanha nazista, com a cegueira dos pastores que apoiaram o populista Hitler. Está acontecendo nos EUA, com pastores apoiando o populista Obama. E está acontecendo no Brasil, com pastores que apoiaram o populista Lula e hoje apoiam a populista Dilma Rousseff.
Um pastor amigo meu visitou a Venezuela e se encontrou com pastores, que desabafaram que sua nação, tão oprimida pelo governo marxista mentiroso de Chávez, precisava de ajuda para sair desta prisão, e tudo o que conseguiu foi uma comitiva do Brasil de anos atrás para trazer a solidariedade pró-Chávez do governo Lula.
Na comitiva, veio Ariovaldo Ramos, que se encontrou com o ditador venezuelano representando os evangélicos.
Para os desanimados pastores venezuelanos, ficou a impressão trágica de que Ariovaldo, em seu entusiasmo pelo marxismo reinante na Venezuela, representou os sentimentos da população evangélica do Brasil.
Não lamento a ida de Hugo Chávez às profundezas do inferno. Mas lamento que um líder que se diz evangélico deturpe o caráter de Deus, que quando encarnado em Jesus Cristo, não quis continuar fazendo multiplicação de pães a fim de evitar ser populista.
A missão dEle era se apresentar como Pão da Vida, Pão espiritual, conforme João 6.
Lamento profundamente que Ariovaldo tenha confundido o Pão da Vida com as migalhas de Chávez e sua religião marxista.
Em seu lamento de puxa-saco, Ariovaldo disse: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Eu posso dizer isso dos profetas da Bíblia e principalmente de Jesus. Mas dá para se dizer isso de Hitler, Stálin, Fidel Castro e Hugo Chávez, ainda que todos eles tivessem sido populistas?
Ao Chávez de sua época, Jesus disse: “Meu Reino não é deste mundo.” (João 18:36 KJA)
Lamento lhe dizer, Ari, mas o seu reino é totalmente deste mundo.
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