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quinta-feira, 27 de junho de 2013

DILMA não quis ouvir a voz do país, preferiu ouvir a dos radicais do partido

26/06/2013
 às 19:05

Dilma tentou passar como “pacto” resoluções do PT de 2007, que estão em documento do partido; em vez de ouvir a voz do país, preferiu ouvir a dos radicais do partido

É claro que ainda voltarei às manifestações de Belo Horizonte e à “Primavera Árabe” à brasileira, embora esse assunto já esteja começando a me dar certa preguiça. Em Belo Horizonte, o pau está comendo. Em Recife, o PSOL e o PSTU resolveram marchar contra Eduardo Campos — se não houver petistas no meio, corto o mindinho… Em Brasília, também há protestos nas imediações do Congresso. Certa leitura segue adiante, transformando o que veio depois em causa do que veio antes… Já chego lá. Eu tenho tão pouco apreço pelo petismo que o capeta fica aqui soprando ao meu ouvido: “Faça de conta que Dilma é Hosni Mubarak ou Muamar Kadafi, Reinaldo!”. Não faço! É uma questão de honestidade intelectual. Mas vamos adiante. Quero lhes apresentar um troço realmente formidável. Vem à luz o documento de referência para as alopradas propostas de Dilma Rousseff para responder aos protestos. Um leitor me mandou um trecho de um texto do jornalista Fábio Pannunzio, publicado em sua página no Facebook. Foi ele quem achou o documento. Fui atrás da história. Está quase tudo lá.
No site do PT vocês encontram as Resoluções do 3º Congresso do Partido, realizado em 2007. Está tudo ali. Com a colaboração de Franklin Martins — converter o jogo à esquerda é com ele mesmo —, Dilma transformou algumas daquelas propostas numa resposta às ruas. A maioria dos que protestam pede saúde e educação de mais qualidade, e ela oferece plebiscito; a maioria pede o fim da corrupção, ela acena com democracia direta. Transcrevo trecho do documento. Leiam, com atenção ao que vai em destaque.
*
Reforma Política e Constituinte Exclusiva
A democratização do país passa, além da luta contra os monopólios da comunicação, por modificar o sistema político, eleitoral e partidário. É preciso debater e aprovar medidas sobre temas como: a convocação de plebiscitos para decidir questões de grande alcance nacional; a simplificação das formalidades para proposição de iniciativas populares legislativas; a convocação de consultas, referendos e/ou plebiscitos em temas de impacto nacional; o Orçamento Participativo; a correção das distorções do pacto federativo na representação parlamentar; a revisão do papel do Senado, considerando o tempo de mandato, a eleição de suplentes e seu caráter de câmara revisora; a fidelidade partidária, o financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais, o voto em lista pré-ordenada, o fim das coligações em eleições proporcionais; o fim da reeleição para todos os cargos majoritários a partir das próximas eleições; e a proibição do exercício de mais de três mandatos consecutivos no mesmo cargo.
O financiamento dos processos eleitorais não deve contribuir para a privatização do Estado, mas para a preservação de seu caráter público. A implantação, no Brasil, do financiamento público exclusivo de campanhas, combinado com o voto em listas pré-ordenadas, permitirá contemplar a representação de gênero, raça e etnia.
A reforma política não pode ser um debate restrito ao Congresso Nacional, que já demonstrou incapaz de aprovar medidas que prejudiquem os interesses estabelecidos dos seus integrantes. Ademais, setores conservadores do Congresso pretendem introduzir medidas como o voto distrital e o voto facultativo, de sentido claramente conservador.
O Partido dos Trabalhadores defende que a reforma política deve ser feita por uma Constituinte exclusiva, livre, soberana e democrática. Para que isso seja possível, a reforma política deve assumir um estatuto de movimento e luta social, ganhando as ruas com um sentido de conquista e ampliação de direitos políticos e democráticos.
Dentre as propostas do PT para a reforma política, ganham destaque duas medidas: a que proíbe o financiamento privado nas campanhas eleitorais e a que estabelece o voto em lista pré-ordenada. Adotadas, estas medidas terão como efeito coibir o poder econômico do capital no processo eleitoral, fortalecer os partidos políticos, enfrentar a crise de representação institucional que hoje atinge índices alarmantes e combater as fontes da corrupção sistêmica.
O Diretório Nacional do PT agiu corretamente ao fechar questão em apoio ao financiamento público de campanhas, à lista fechada e pré-ordenada de candidatos/as, à fidelidade partidária e ao fim das coligações proporcionais. O 3º Congresso do PT reafirma que estas medidas, ao lado das que garantem protagonismo popular no processo político, constituem o núcleo da reforma proposta pelo Partido. A derrota da reforma política, na atual legislatura, teve várias causas, entre as quais o reduzido conhecimento popular sobre o que estava em jogo, a campanha movida pelos grandes meios de comunicação, o apoio de grande parte dos parlamentares às regras que os elegeram, a oposição do PSDB, a divisão entre os partidos de esquerda e na bancada do próprio Partido dos Trabalhadores e, finalmente, a atitude do governo federal que não orientou sua base de apoio a votar a favor da reforma política.
(…)
Considerando, a partir desse pressuposto, que:
• Para um governo de esquerda a participação, organização e mobilização popular são fundamentais para garantir a governabilidade democrática;
• Os governos democráticos e populares combinam a ideia de inverter prioridades e garantir ganhos materiais aos historicamente excluídos com formas inovadoras de participação popular através da democracia participativa, materializada em experiências exitosas como o Orçamento Participativo (OP), os conselhos de direitos, temáticos e setoriais e no diálogo com os movimentos sociais;
• Ao combinar ganhos na qualidade de vida dos setores populares (que têm reivindicações e interesses históricos contraditórios com o funcionamento da sociedade capitalista) com novas formas de relação do Estado com a sociedade, temos melhores condições de responder positivamente à contradição de como governar sem frustrar expectativas. Ao mesmo tempo, dialogamos com dois princípios básicos da sociedade socialista que pretendemos construir: uma democracia superior à democracia liberal e políticas que buscam superar as desigualdades econômicas e sociais existentes sob o capitalismo.
(…)
Voltei
Como se percebe, há tempos o PT busca um bom pretexto para apelar à democracia direta, tentando atropelar o Congresso. Só não contava que fosse fazê-lo também ele pressionado por circunstâncias que não são de sua escolha. Vejam que a resolução combina o plebiscito com a Assembleia Constituinte para fazer a reforma política, rigorosamente como propôs a presidente. A reação do mundo jurídico reduziu a tese aloprada apenas às consultas populares. Ninguém tem a menor ideia de como se daria a coisa.
Em seu texto, o PT defende o financiamento público de campanha, tese que começa a ganhar fôlego nestes dias um tanto conturbados. Se eu fosse escolher o pilar mais importante do golpe que o PT pretende dar no sistema político, escolheria justamente esse — e me estenderei mais sobre o assunto em outro post.
O PT ensina o caminho das pedras, diz como se conseguiria realizar uma Assembleia Constituinte específica:
“O Partido dos Trabalhadores defende que a reforma política deve ser feita por uma Constituinte exclusiva, livre, soberana e democrática. Para que isso seja possível, a reforma política deve assumir um estatuto de movimento e luta social, ganhando as ruas com um sentido de conquista e ampliação de direitos políticos e democráticos.”
A Assembleia Contituinte já está morta, mas o financiamento público de campanha já começa a ser debatido como se fosse media de consenso e fruto das lutas populares. Alguns inocentes úteis estão fazendo o jogo do partido. Não deixa de ser impressionante que, com o país em transe, Dilma tenha, na prática, ignorado as ruas para ceder ao alarido do partido
Encerro com palavras lapidares de Pannunzio em sua página:
“O que não é possível é admitir que a Presidente Dilma Rousseff tenha se valido do momento mais conturbado da história recente para impor o projeto partidário como ‘pacto’, desgastando ainda mais essa palavra, cujo sentido foi esvaziado ao longo da lenta agonia do governo Sarney. Ou que tenha sido induzida a esse erro colossal pelos fundamentalistas de sua legenda — e não tenha se importando de passar adiante a empulhação.
Com conselheiros desse naipe, é bem provável que Dilma Rousseff não precise de inimigos externos. Oportunistas e soberbos, mas sobretudo burros a ponto de não entender nem sequer o que se passa do outro lado da janela da institucionalidade, esses petistas antidemocráticos conseguiram levar o governo de todos os brasileiros a mergulhar na sua própria inconsistência.”
É isso aí.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 16 de junho de 2013

NÃO VÁ: PERCEBA A JOGADA DO PT QUE VAI FAZER PASSEATA CONTRA A PM E ALCKIMIN. JOGADA SUJA! VEJA !

5/06/2013
às 7:21

ATENÇÃO! PT VAI ENTRAR DE CABEÇA NA PANTOMIMA! APARELHOS DO PARTIDO DOS TRABALHADORES E ESTUDANTES ESTÃO LIBERADOS PARA IR ÀS RUAS NA SEGUNDA: A ORDEM É NÃO TOCAR NO VALOR DA TARIFA E SE MANIFESTAR CONTRA A PM E CONTRA ALCKMIN. MILHÕES DE PESSOAS SÃO VÍTIMAS DE UMA TRAMOIA ELEITORAL

Decidi manter este post no alto por mais algum tempo
Isto é uma informação, não uma interpretação. O PT liberou a tigrada para ir às ruas na segunda-feira. Os sindicatos de trabalhadores e estudantes dominados pelo partido estão sendo convocados a participar do que pretendem que seja uma megamanifestação, aí não mais contra a tarifa de ônibus, mas contra a Polícia Militar e contra o governo de São Paulo. A ordem, aliás, é focar o menos possível no valor da passagem de ônibus. Por óbvio, a questão pode arranhar a imagem de Fernando Haddad. Os petistas estão vendo na questão uma chance de ouro de realizar uma dupla operação:
a: diluir o mal-estar com a elevação da tarifa;
b: mudar definitivamente o sentido dos protestos.

O movimento é organizado, veio de cima. O próprio Haddad saiu na frente. Foi a primeira autoridade petista, já na noite de ontem, a criticar “a violência” da polícia. Ele o fez depois de conversar com a cúpula partidária. Gilberto Carvalho — que comanda a pasta que, na prática, “organiza” os índios — está sabendo de tudo. É ele quem faz a interlocução com os movimentos sociais.

Os petistas tentam “assumir a liderança” do movimento em São Paulo, que consideram perigosamente fora do controle. Ao assumi-la, por intermédio dos movimentos sociais e lhe dar uma direção, pretendem mudar o eixo dos protestos. Observem que José Eduardo Cardozo também atacou a polícia. Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, defendeu “o direito à manifestação”, como se alguém estivesse a contestá-lo.

PCdoB

O PCdoB também está chamando a sua turma. Membros da Juventude Socialista já andaram aparecendo nos protestos. Na segunda, haverá uma espécie de adesão formal. Não se esqueçam de que o partido tem a vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão.

Pusilanimidade

Haddad, diga-se, convidou o Movimento Passe Livre para um papinho. Quer ouvir as suas propostas. A menos que o grupo tenha mudado a agenda, sei qual é: transporte gratuito para todos. A turma tem uma máxima bucéfala: se é público, por que é pago? Entenderam? Eles fingem não entender que tudo, rigorosamente tudo, o que é é público é… pago! Alguém sempre arca com os custos.
É um caso evidente de pusilanimidade política. Ao receber pessoalmente os representantes do Passe Livre, o prefeito estará endossando seus métodos: depredação, quebra-quebra, coquetel molotov, porrada.

É preciso deixar claro: ao aderir aos protestos e tentar mudar a sua natureza, evidencia-se o caráter político-eleitoral dos protestos. O PT e o PCdoB enxergaram no episódio uma janela de oportunidades e decidiram tomar a rédea dos protestos, tirando-o da condução da turma do Passe Livre, PSOL e PCO. Ainda que, num dado momento, todos se entendam, têm lá suas diferenças de estratégia.

Violência

Os petistas graúdos passaram a considerar também que é fundamental que não haja violência na segunda-feira. Na fórmula de um deles, a manifestação só será bem-sucedida se for grande e pacífica e se concentrar suas palavras de ordem em favor da liberdade de expressão (como se ela estivesse sob ameaça), contra a violência policial e contra o governo Alckmin.

É assim que o PT faz política. É assim que sempre fez. E assim fará enquanto existir. Não é uma questão de escolha, mas de natureza. Podem contar: na segunda, os petistas param São Paulo. E tentarão provar que é para o bem dos paulistanos.

Para encerrar

Ao saber que jornalistas haviam sido feridos nos confrontos dessa quinta, um petista de alto coturno quase soltou rojão. Anteviu uma reação corporativista, como de fato aconteceu, e comemorou: “Agora eles [os jornalistas] vêm pro nosso lado!”.  Como se a maioria já não tivesse ido…
Texto publicado às 20h12 desta sexta
Por Reinaldo Azevedo

ADENDO ADHT: SABEM QUAL É A MELHOR SOLUÇÃO? ARRANCAR O PT DO PODER ENQUANTO HÁ TEMPO. ESSES PETRALHAS SÃO TODOS TODOS COMUNISTAS E QUEREM IMPOR UM REGIME DITATORIAL NO BRASIL. ENTÃO DEIXA DE SER USADO POR ELES, NÃO VOTANDO NEM NO PARTIDO E MUITO MENOS EM CADIDATOS PETRALHAS. 

APRENDA A LIÇAO DE UMA VEZ POR TODAS: QUEM JÁ TENTOU TOMAR O PODER A FORÇA PELA REVOLUÇÃO E FOI VENCIDO, VOLTARAM COM TODA FORÇA PORQUE OS MILITARES DERAM MOLEZA !

segunda-feira, 6 de maio de 2013

DITADURA JÁ ESTÁ AÍ: A Esquerda Está Dando Um Golpe de Estado no Brasil


A Esquerda Está Dando Um Golpe de Estado no Brasil

Siga o twiter @defesahetero.

O Brasileiro, se não quiser sofrer uma ditadura estilo Chavista ou Castrista,PRECISA ABRIR OS OLHOS. A Esquerda está Dando um golpe de estado no Brasil, diante dos nossos olhos, e estamos nos preocupando apenas em atacar "A Copa do Mundo", "Marco Feliciano", dentre outras BOBAGENS se compararmos com tudo que está acontecendo.

Já falei antes que a corrupção é o menor dos problemas que estão vindo à tona. Falei de como é utilizada a corrupção para desmoralizar o governo, fazer o povo perder a crença nos seus representantes e pedir (erradamente) o fechamento do congresso (o que acarretaria numa ditadura). Falei também, no início do ano, que a Liberdade de Imprensa está ameaçada no Brasil. Eles também estão lutando para desarmar a população com constantes campanhas de desarmamento, o que impedirá a população de reagir, mas eles estarão armados.

Brasil já vive o Real Socialismo com despropriações no interior do país, estão tirando liberdade de expressão e opinião no Brasil e estãodestruindo as bases da cultura brasileira aos poucos.

O mais grave e evidente desse Golpe de Estado que a Esquerda (PT) está dando no Brasil é exatamente o Plano Nacional de Direitos Humanos 3, que ataca TODOS os pontos que são a base de uma sociedade democrática.

Até aqui, apresentei apenas links. Vale a pena dar uma olhada (e estudada) em todos eles. São ameaças evidentes e quem está preocupado com a democracia no Brasil deve estar atento a eles. Um pouco mais sobre oPlano Nacional de Direitos Humanos você pode ver no vídeo abaixo, em que Reinaldo Azevedo fala, inclusive, do Golpe de Estado que o PT está preparando para o Brasil:



E qual foi a última (até a presente data) desse governo que está ARMANDO UM GOLPE DE ESTADO NO BRASIL?

Agora estão desequilibrando os três poderes da democracia (Executivo, Legislativo e Judiciário). Estão "inflando" o poder do Legislativo e minguando o poder do Judiciário. Pior que para isso, estão usando de ações inconstitucionais para deixar atacar ainda mais a constituição.

Leia:
Deputados querem poder para mudar decisões do STF
Comissão aprova proposta que submete decisões do STF ao Congresso
QUE ABSURDO! A Câmara aprovou hoje um golpe de Estado! Nada menos do que isso!
Os nossos bolivarianos estão assanhados. Ou: A espiral negativa das respostas erradas para os problemas certos

Ou seja, para conseguir a aprovação, enfiaram um item que ataca o "Ativismo Judiciário", assim a bancada que é contra aborto, casamento gay e etc engolirão, mas parecem esquecer que tem também o fato de a Câmara poder REJEITAR decisões do STF em relação a inconstitucionalidade.

Trocando em miúdos, quem vai julgar, em última instância, se as leis aprovadas são constitucionais será exatamente quem as faz.

Mas, o que realmente está atrás disso? Vamos lembrar que Genoíno e Cunha, condenados no Mensalão, não podem assumir o mandato deles. O STF já informou que isso NÃO É POSSÍVEL! Só que a Cãmara, cheia desses bandidos, debatem a possibilidade deles assumirem o cargo mesmo condenados. Com isso aprovado, bingo!! O Mensalão acaba em pizza!!

Para não me estender muito, vou nem comentar, agora, as consequências que isso pode acarretar. Resumindo a ópera toda, uma DITADURA SOCIALISTA NOS MOLDES CHAVISTA! Estão usando o "Ativismo Judiciário" como uma isca para implantar essa ditadura.

Vale ressaltar que sou TOTALMENTE CONTRA O FATO DO JUDICIÁRIO LEGISLAR (como fez com o aborto e casamento gay, por exemplo), mas não podemos usar isso como DESCULPA para inflar o poder do Legislativo e minguar o poder do judiciário. Usando uma expressão popular: "Cada Um No Seu Quadrado", cada qual na sua competência e limitações.

É esse o Golpe de Estado que a Esquerda está Dando no Brasil.

Fonte: http://desmascarandoaesquerda.blogspot.com/2013/04/golpe-de-estado-no-brasil.html?spref=bl

PT AUNCIA 'GOLPE DE ESTADO NO BRASIL e o povo nem percebeu?'


PT Anuncia Golpe de Estado no Brasil


Não!! Não estou brincando! Não, EU NÃO ESTOU EXAGERANDO!! O PT anunciou o golpe de estado no Brasil, subliminarmente, em sua propaganda. Anunciou literalmente. Amaciou para ver a reação da população e ver se "agora é a hora".

Não estou falando do golpe para reduzir o poder do judiciário que inspirou a postagem "A Esquerda Está Dando Um Golpe de Estado no Brasil" em que indico diversos links que mostram as ações que o atual governo tem aderido, que são uma "amaciada" para a implantação da ditadura comunista no Brasil. Um dos golpes mais duros foi o Plano Nacional de Direitos Humanos, que fiz uma postagem também, mostrando do alinhamento da esquerda com a Nova Ordem Mundial e, para esta, é preciso que seja implantada ditaduras comunistas.

Vejam o vídeo abaixo e comento ele depois. O vídeo é cheio de comentários pertinentes, mas irei acrescentar alguns pontos.



"Assim, prepara o segundo grande salto brasileiro. O salto mais definitivo da nossa história."

Que salto é esse? Todo mundo sabe que o PT (assim como a grande maioria dos partidos políticos do Brasil) são marxistas e apoiadores de regimes como da Venezuela e Cuba. A publicação que fiz sobre o Golpe que a Esquerda Está Implantando tem indicações e, principalmente, a postagem sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos.

Vale ressaltar MUITO que o mesmo DESGRAÇADO (com o perdão da palavra) do autor da PEC que inibe o judiciário é o mesmo autor de uma lei que queriaLIMITAR O CONSUMO do cidadão (ou seja, mandar no seu dinheiro e como você gasta) e a criação de uma POUPAÇA que seria "alimentada" com o excedente desse dinheiro (o que não pôde gastar devido à limitação) em regime de "empréstimo COMPULSÓRIO". Duvida? Leia você mesmo o projeto de lei queEstabelece o Limite Máximo de Consumo e a Poupança Fraterna.

"Fato do PT colocar uma bandeira vermelha à frente da bandeira Brasileira."

Isso é um AFRONTE!! Mostra perfeitamente que o PARTIDO (e não somente a sua ideologia comunista, como o vídeo comenta) está acima do Brasil. Isso sem contar que ele está querendo dar a entender que o PARTIDO (e o comunismo) está LEVANDO O BRASIL! Colocar essa bandeira vermelha imunda de sangue à frente da bandeira brasileira deveria ser motivo de revolta instantânea de TODO BRASILEIRO.

As demais passagens do vídeo estão mais completas no vídeo "Brasil: um salto para o comunismo" e na publicação que fiz sobre o PNDH3, que tem um vídeo de mais de 1h falando de toda essa palhaçada vermelha.

Não costumo elogiar veículos aqui, e te digo que não me sinto muito à vontade de fazer, mas a reportagem de capa da Veja desta semana "Ataque à Justiça - Para escaparem da cadeia, os réus e os radicais do PT desafiam a Constituição e a harmonia entre os poderes" e que tem na parte interna da revista o título muito mais significativo denominado "A República Bolivariana do Brasil", estáEXCELENTE! Vale a pena dedicar 10 minutos do seu tempo para lê-la.

Trago aqui apenas uma passagem que se chama: "A Lei em PTópolis - No mundo dos petistas bolivarianos, não há lugar para instituições independentes. Ou servem o partido ou precisam ser controladas".

Nesse trecho ele fala de 4 medidas tomadas para golpear o estado democrático. São elas:

MINISTÉRIO PÚBLICO

Os procuradores devem ser usados como braços do partido. Alguns se prestam bovinamente ao papel, por convicção ideológica ou interesse. Como a maioria dos procuradores é incorruptível e apura os demandos petistas, estes defendem a aprovação de uma proposta de emenda constitucional que tire do Ministério Público o poder de investigação.

IMPRENSA

Os jornalistas investigativos são bons apenas para denunciar malfeitos dos inimigos políticos bolivarianos. Quanto estes é que são o alvo das investigações, a imprensa automaticamente passa a ser "inimiga", "manipuladora", "burguesa". Como eles não conseguem comprar a consciência de todos os jornalistas, a ordem é censurar, amordaçar, vilipendiar e difamar a imprensa independente.

JUSTIÇA

O Supremo Tribunal Federal e, de resto, todas as instâncias da Justiça do país precisam ser infiltrados com juízes comprometidos com o partido. Quando nem isso resolve, manda a cartilha bolivariana que a Justiça seja amordaçada.

CONGRESSO

É outra instância institucional que, na visão dos radicais, serve apenas para dar ares de normalidade à ditadura do partido. PAra isso, vale tudo: comprar lealdades e financiar campanhas de aliados - justamente o que deu origem ao mensalão. Agora querem implantar meios mais eficientes de controle> o financiamento público de campanha (como se estivesse sobrando dinheiro para a saúde e educação no Brasil) e a escolha dos candidatos em listas fechadas ditadas pela cúpula dos partidos.

Fonte: Revista Veja, edição 2319 de 1º de maio de 2013.

Enfim...

O PT ESTÁ ANUNCIANDO GOLPE DE ESTADO! AnunciandoLITERALMENTE! Está na televisão. Aliás... Você lembra como era a cartilha do PT de comemoração de 10 anos no governo? Vale a pena relembrar! Veja abaixo e clique na imagem para ir para uma explicação mais detalhada e uma comparação com os regimes totalitários (comunistas) Chinês e Soviético.


Eu só tenho uma coisa a pedir, caros leitores (que felizmente não são poucos):COMPARTILHEM ESSE POST PARA ABRIR OS OLHOS DE TODOS QUE VOCÊS CONHECEM! No início do ano Rui Falcão (presidente do PT) anunciou que esse ano será de colocar os militantes na rua (não se esqueçam que o MST faz parte disso) e que esse ano será "especial". Não esqueçam como foi a eleição na Venezuela e que Dilma correu para apoiar a fraude das eleições venezuelanas.

Para ver que as eleições venezuelana foi fraude e que está tudo programado para o totalitarismo na américa latina veja os links abaixo:

Terror Vermelho Desce a América Latina
O Foro de São Paulo e a ingerência nas eleições presidenciais latino-americanas
A fraude foi a grande vencedora das eleições na Venezuela

Tem muito mais links no post "Terror Vemelho Desce a América Latina". Noblog Nota Latina (da Graça Salgueiro) também tem muito conteúdo bom.

Fonte: http://desmascarandoaesquerda.blogspot.com/2013/04/pt-anuncia-golpe-de-estado-no-brasil-propaganda-2013.html

sábado, 4 de maio de 2013

Lula, após uma década, explica o porquê do silêncio sobre o ‘mensalão’


Lula, após uma década, explica o porquê do silêncio sobre o ‘mensalão’

4/5/2013 13:45
Por Redação - do Rio de Janeiro

Lula
Lula, líder sem precedentes na história recente do país
Trechos de uma longa entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao sociólogo Emir Sader, transformada em livro a ser lançado ainda este mês, vazaram neste sábado para a mídia alternativa e revelam o porquê de o líder mais influente do Partido dos Trabalhadores manter silêncio sobre o escândalo do ‘mensalão’, quebrado apenas no diálogo com o intelectual carioca. Tratou-se de uma estratégia para seguir adiante, apesar do pesado ataque da mídia conservadora, ao longo da última década.
– Tentaram usar o episódio do mensalão para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca – ressalta.
Na entrevista, reproduzida no livro Governos Pós-Liberais no Brasil: Lula e Dilma, a ser lançado no próximo dia 18, o ex-presidente também reafirma a necessidade de uma constituinte, para levar a cabo a reforma política essencial para a consolidação da democracia no país. Segundo afirmou a Emir Sader, “a eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil”.
– Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim. Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade – afirmou.
Leia agora os principais trechos da entrevista
– Qual o balanço que o senhor faz dos anos de governo do PT e aliados?
– Esses anos, se não foram os melhores, fazem parte do melhor período que este país viveu em muitos e muitos anos. Se formos analisar as carências que ainda existem, as necessidades vitais de um povo na maioria das vezes esquecido pelos governantes, vamos perceber que ainda falta muito a fazer para garantir a esse povo a total conquista da cidadania. Mas, se analisarmos o que foi feito, vamos perceber que outros países não conseguiram, em trinta anos, fazer o que nos conseguimos fazer em dez anos. Quebramos tabus e conceitos preestabelecidos por alguns economistas, por alguns sociólogos, por alguns historiadores. Algumas verdades foram por água abaixo. Primeiro, provamos que era plenamente possível crescer distribuindo renda, que não era preciso esperar crescer para distribuir. Segundo, provamos que era possível aumentar salário sem inflação. Nos últimos 10 anos, os trabalhadores organizados tiveram aumento real: o salário mínimo aumentou quase 74% e a inflação esteve controlada. Terceiro, durante essa década aumentamos o nosso comercio exterior e o nosso mercado interno sem que isso resultasse em conflito. Diziam antes que não era possível crescer concomitantemente mercado externo e mercado interno. Esses foram alguns tabus que nós quebramos. E, ao mesmo tempo, fizemos uma coisa que eu considero extremamente importante: provamos que pouco dinheiro na mão de muitos é distribuição de renda e que muito dinheiro na mão de poucos é concentração de renda.
– Quando começou o governo, o senhor devia ter uma ideia do que ele seria. O que mudou daquela ideia inicial, o que se realizou e o que não se realizou, e por quê?
– Tínhamos um programa e parecia que ele não estava andando. Eu lembro que o ministro Luiz Furlan, cada vez que tinha audiência, dizia: ‘Já estamos no governo há tantos dias, faltam só tantos dias para acabar e nós precisamos definir o que nós queremos que tenha acontecido no final do mandato. Qual é a fotografia que nós queremos’. E eu falava: ‘Furlan, a fotografia está sendo tirada’. Não é possível ficar com pressa de obter resultados. Nós temos que provar, no final de um mandato, se nós fomos capazes de fazer aquilo que nos propusemos a fazer. Se a gente for trabalhar em função das manchetes dos jornais, a gente parece que faz tudo e termina não fazendo nada.
Então é o seguinte: eu plantei um pé de jabuticaba. Se esse pé nascer saudável, vai ter sempre alguém dizendo: ‘Mas, Lula, não está dando jabuticaba, está demorando’. Se for cortar o pé e plantar outra coisa, eu nunca vou ter jabuticaba. Então, eu tenho que acreditar que, se eu adubar corretamente, aquele pé vai dar jabuticaba de qualidade. E eu citava esses exemplos no governo… Soja tem que esperar 120 dias, o feijão tem que esperar 90 dias. Não adianta ficar repisando, ‘faz uma semana que eu plantei e não nasceu’. Tem que ter paciência. Eu acho que eu fui o presidente que mais pronunciei a palavra ‘paciência’, ‘paciência’… Senão você fica louco.
Tem gente na política que levanta de manhã, lê o jornal e quer dar resposta ao jornal. E daí não faz outra coisa. Eu não fui eleito para ficar o tempo todo dando resposta a jornal. Eu fui eleito para governar um país. E isso me deu tranquilidade suficiente para ver que o programa de governo ia ser cumprido.
– Quando o senhor perdeu a paciência?
– Obviamente que nós tivemos problemas no começo. Você acha que é simples um metalúrgico sentar naquela cadeira na qual sentaram tantas outras personalidades, que via pela televisão, que achava que era mais importante do que eu… E o mesmo em relação a dormir no quarto em que dormiu tanta gente importante ou que, pelo menos a voz da opinião publica, são importantes. E eu ficava pensando: ‘Será que é verdade que eu estou aqui?’.
No começo tinha muita ansiedade. “Será que nós vamos dar conta de fazer isso? Será que vai ser possível?”, eu me perguntava. Eu acho que nós fizemos. Com erro e com muita tensão, mas fizemos.
Tivemos tropeços, é lógico. Muitos tropeços. O ano de 2005 foi muito complicado. Quando saiu a denúncia (do ‘mensalão’), foi uma situação muito delicada. Se não tivéssemos cuidado, não iríamos discutir mais nada do futuro, só aquilo que a imprensa queria que a gente discutisse. Um dia, eu cheguei em casa e disse: ‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’. Eu passei a ter meia hora de conversa por dia com a assessoria de imprensa, para ver qual era o noticiário, mas eu não aceitava levantar de manhã, ligar a televisão e já ficar contaminado. Então eu acho que isso foi um dado muito importante.
Eu tinha uma equipe e criamos uma sala de situação, da qual participavam Dilma, Ciro (Gomes), Gilberto (Carvalho) e Márcio (Thomaz Bastos). E era muito engraçado: eu chegava ao Palácio e eles estavam todos nervosos. E eu estava tranquilo e falava: ‘Vocês estão vendo? Vocês leem jornal… Vocês estão nervosos por quê?’.
Vocês nasceram radicais…
– O PT era muito rígido, e foi essa rigidez que lhe permitiu chegar aonde chegou. Só que, quando um partido cresce muito, entra gente de todas as espécies. Ou seja, quando você define que vai criar um partido democrático e de massa, pode entrar no partido um cordeiro e pode entrar uma onça, mas o partido chega ao poder.
Então, a nossa chegada ao poder foi vista por eles não como uma alternância de poder benéfica à democracia, não como uma coisa normal: houve uma disputa, ganhou quem ganhou, leva quem ganhou, governa quem ganhou e fim de papo. Não é isso? Eles não viram assim. Quer dizer, eu era um indesejado que cheguei lá. Sabe aquele cara que é convidado para uma festa, e o anfitrião nem tinha convidado direito. Fala assim: ‘Se você quiser, passa lá’. E você passa e o cara fala: ‘Esse cara acreditou?’. Então, nós passamos na festa, e o que é mais grave, acertamos.
E depois, tentaram usar o episódio do ‘mensalão’ para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca.
– O senhor não tem raiva da oposição?
– Eu não tenho raiva deles e não guardo mágoas. O que eu guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo. Nem as emissoras de televisão, que estavam quase todas quebradas; os jornais, quase todos quebrados quando assumi o governo. As empresas e os bancos também nunca ganharam tanto, mas os trabalhadores também ganharam. Agora, obviamente que eu tenho clareza que o trabalhador só pode ganhar se a empresa for bem. Eu não conheço, na história da humanidade, um momento em que a empresa vai mal e que os trabalhadores conseguem conquistar alguma coisa a não ser o desemprego.
– O Brasil mudou nesses dez anos. E o senhor, também mudou?
– Uma das coisas boas da velhice é você tirar proveito do que a vida te ensina, em vez de ficar lamentando que está velho. A vida me ensinou muito. Criar um partido nas condições que nos criamos foi muito difícil. Agora que o partido é grande, tudo fica fácil, mas eu viajava esse país para fazer assembleia com três pessoas, com quatro pessoas, com cinco pessoas. Saia daqui de São Paulo para o Acre pra fazer reunião com dez pessoas, para convencer o Chico Mendes a entrar no PT, para convencer o João Maia – aquele que recebeu dinheiro para votar na eleição do Fernando Henrique Cardoso e era advogado da Contag – para entrar no PT. Era muito difícil fazer caravana, viajar ao Nordeste, pegar ônibus, ficar uma semana andando, fazendo comício ao meio-dia, com um sol desgraçado, explicando o que era o PT para que as pessoas quisessem se filiar.
– Por quê?
– A eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil. No mundo inteiro. No Brasil, se o PT não reagir a isso, poucos partidos estarão dispostos a reagir. Então o PT precisa reagir e tentar colocar em discussão a reforma política. Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim.
Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade. A sociedade tem que acreditar no partido, tem que participar dos partidos.
– O PT não mudou necessariamente para melhor?
– O PT mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade; mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos. E esse é o jogo eleitoral que está colocado: se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger. Se não tiver dinheiro para pagar a televisão, ele não faz uma campanha.
Enquanto você é pequeno, ninguém questiona isso. Você começa a ser questionado quando vira alternativa de poder. Então, o PT precisa saber disso. O PT, quanto mais forte ele for, mais sério ele tem que ser. Eu não quero ter nenhum preconceito contra ninguém, mas eu acho que o PT precisa voltar a acreditar em valores que a gente acreditava e que foram banalizados por conta da disputa eleitoral. É o tipo de legado que a gente tem que deixar para nossos filhos, nossos netos. E provar que é possível fazer política com seriedade. Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política. O PT precisa voltar urgentemente a ter isso como uma tarefa dele e como exercício pratico da democracia. Não tem de voltar a ser sectário como era no começo.
Eu lembro que companheiros meus perderam seu emprego numa metalúrgica, montaram um bar, mas quiseram entrar no sindicato e não puderam. “Você não pode entrar porque é patrão”, diziam. O coitado do cara tinha só um bar! A coitada da minha sogra, a mãe do marido da Marisa, a mãe do primeiro marido da Marisa (eu sou o único cara que tive três sogras na vida e uma que não era minha sogra; era sogra da minha mulher, por conta do ex-marido dela, que eu adotei como sogra), a coitada tinha um fusquinha 1966 que era herança do marido. E ela ganhava acho que R$ 600 – naquele tempo era como se fosse um salário mínimo de hoje – de aposentadoria, mas gostava de andar bem-vestida. Ela chegava a reunião do PT e o pessoal falava: ‘Já veio a burguesa do Lula’.
Tinha um candidato a vereador que queria dinheiro para a campanha e eu falei: “Olha, eu não vou pedir dinheiro para a campanha. Se você quiser, eu te apresento algumas pessoas”. Dai ele disse: “Não, mas eu não quero conversar com empresário”. Falei: “Então você quer que um favelado dê dinheiro para a tua campanha?”. Eu já fiz campanha de cofrinho. Eu já fiz campanha de macacão em palanque. Na campanha de 1982, a gente ia ao palanque, antes que eu falasse, fazia propaganda das camisas, dos botons, de tudo que a gente vendia. E a gente vendia na hora e arrecadava o dinheiro para pagar as despesas daquele comício”

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BOMBA: Vídeo mostra que o governo (PT) pretende deflagar um golpe comunista no Brasil !


Publicado em 28/04/2013

A bandeira vermelha em frete a bandeira do Brasil é uma clara alusão ao comunismo.
O discurso emblemático, que enfatiza que algo de grandes proporções irá acontecer deixa um suspense, mas, analisando a simbologia utilizada e o atual contexto politico, com a aprovação das PECs 33 e 37 o governo terá meios imediatos de implantação do novo regime.

"Assim, prepara o segundo grande salto brasileiro. O salto mais definitivo da nossa história."

Comentário de um Brasileiro neste vídeo:
"Em toda simbologia utilizada observe a bandeira vermelha (não é a bandeira do PT) à frete da bandeira do Brasil, simbolicamente uma bandeira à afrente da bandeira do Brasil fere a soberania nacional outro detalhe é o que é dito quando este bandeira aparece: "Assim, prepara o segundo grande salto brasileiro. O salto mais definitivo da nossa história."

Nota: Este vídeo foi produzido pelo próprio PT como parte da campanha de 2014.


VEJA OUTROS vídeos mostrando a verdade: Clique no

link do próprio site do PT para quem duvida que o video

foi produzido pelo PT, acesse o video no site do PT:


FELIZMENTE OS BRASILEIROS ESTÃO

ATENTOS....MAS NEM TODOS. VEJA

PELOS COMENTÁRIOS ATÉ HOJE

(2/5/2013):


Comentários da pessoa que enviou o vídeo (Marcos Silva)

  • Vitor Campos 
    Alguém me dê uma luz! Onde nesse vídeo tá falando de comunismo? Ou será que a coca-cola é uma empresa comunista por ter o vermelho como principal cor?
     · 
  • Marcos Silva 
    Em toda simbologia utilizada observe a bandeira vermelha (não é a bandeira do PT) à frete da bandeira do Brasil, simbolicamente uma bandeira à afrente da bandeira do Brasil fere a soberania nacional outro detalhe é o que é dito quando este bandeira aparece: "Assim, prepara o segundo grande salto brasileiro. O salto mais definitivo da nossa história."
     ·  em resposta a Vitor Campos

Principais comentários

  • Leo Nerys 
    Moralizando o setor público... Sei, conte-nos mais sobre a corrupção.
     · 26 
  • Mauricio Carneiro 
    Credo... quanta mentira, quanta enganação, estamos sendo vítimas de um golpe comunista. Acordem brasileiros do bem, vamos varrer essa gentalha da nossa área...
     · 23 

Todos os comentários (74)

Alberto Thieme 
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