quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PERIGO Á VISTA: Cel Fregapani: Veja o tamanho do RISCO que ESTAMOS CORRENDO...



O ARTIGO É LONGO MAS TEM QUE SER LIDO POR TODO E QUALQUER CIDADÃO QUE 'NÃO' DESEJA A DESTRUIÇÃO DE 
NOSSA SOCIEDADE, AINDA, DEMOCRÁTICA.
  
Por Cel. Gelio Fregapani

Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.


O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.

A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios.

O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.


O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.


Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram "quilombolas". No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" "Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim" "Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.

Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.

É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."


Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.


O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.


No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de "terra devastada" àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.


A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.

Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.

O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.


Artigos relacionados, click no título abaixo:

Cué-Cué Marabitanas: o arco indigenista se fecha sobre a Amazônia
Caos apático e factual na Espanha
Rumo ao caos fabricado
A fragmentação do Brasil

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"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Jornalista que investigou Ricardo Teixeira é condenado sem conhecer acusação


Decisão kafkiana


Levantamento publicado no fim de semana pelo Jornal do Brasil mostra que o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira conseguiu na Justiça o arquivamento de todos os inquéritos nos quais era acusado de crimes como lavagem de dinheiro e recebimento de propina. As ações corriam no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Andrew Jennings participa de audiência pública no Senado. Foto: José Cruz/Agência Senado
Andrew Jennings participa de audiência pública no Senado. Foto: José Cruz/Agência Senado
A única condenação, de acordo com a reportagem, ocorreu na Justiça estadual do Rio. A decisão, no entanto, é favorável a Ricardo Teixeira, que foi chamado de “corrupto” pelo jornalista inglês Andrew Jennings, da BBC, e conseguiu 10 mil reais por danos morais. A declaração do jornalista, que levantou as primeiras suspeitas sobre o cartola – como a de que teria recebido 15 milhões de reais de propina da agência de marketing esportivo ISL – foi feita ao blog do deputado federal Romário (PSB-RJ). Jennings foi condenado à revelia e, em entrevista ao Jornal do Brasil, classificou a decisão como “absurda”.
“Não faz o menor sentido, eu nem sabia que tinha esta acusação formal contra mim”, disse. 
A decisão do juiz Augusto Alves Moreira Junior, da 3ª Vara Cível do fórum regional da Barra da Tijuca, foi publicada em 22 de novembro do ano passado e só veio à tona após a reportagem. Cabe recurso.
Na decisão, o magistrado escreveu que “os danos morais restaram caracterizados porque os fatos imputados pelo réu ao autor abalaram a sua honra bem como a sua imagem perante a sociedade”. Ele considerou que a culpa do jornalista ficou caracterizada em razão de sua ausência no julgamento.
“Isso tudo é um absurdo. O Teixeira é um cara que fugiu do Brasil, ele é notoriamente corrupto, renunciou todos os cargos e assumiu que participou do esquema de corrupção. Como posso ter prejudicado a imagem de uma pessoa assim? Como eu posso ter ofendido o caráter dele? Ele é corrupto, já estava com a imagem suja”, disse Jennings ao JB.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

MARACUTÁIA DA AVAAZ: 'NÃO' assine a PETIÇÃO contra o Senador RENAN CALHEIROS !


Caros amigos,

OLHA A JOGADA SUJA: Há uma nova petição no site da Petições da Comunidade e nós pensamos que vocês pudessem se interessar:




Povo Brasileiro!

Acabamos de ser chamados de Palhaços!!!

O Senador Renan Calheiros acaba de ser eleito Presidente do Senado com 56 votos secretos!! Isso é um absurdo! E não podemos ficar calados diante de tal ATROCIDADE!!!

Não podemos ficar de mãos atadas!

Vamos conseguir 1.360.000* assinaturas (1% do eleitorado nacional), levar esta petição para o Congresso e exigir que os Senadores escutem a voz do povo que os elegeu.

Segundo nossa Constituição: “A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles”.

Infelizmente essa ferramenta popular foi criada apenas para propor leis e com requisitos tão complexos que quase ninguém consegue fazer uso dela. Mas se 1.360.000 se juntarem a nós, poderemos causar um rebuliço na mídia, desafiar as restrições desta Iniciativa popular e exigir a revogação do presidente do Senado, Renan Calheiros. Vamos usar o poder do povo agora para exigir um Senado limpo. ADENTO ADHT: É isto, exatamente, que Pedro Abramovay sabe fazer e muito bem. Colocar a população contra quem eles desejarem. Este indivíduo foi demitido da Secretaria

Com esperança e determinação,

Emiliano Magalhães Neto, criador da petição

PS: Esta petição foi criada no site Petições da Comunidade da Avaaz por Emiliano Magalhães. Acreditávamos que a AVAAZ, uma grande empresa Internacional fosse séria, mas com as explicações claras, retiramos a Petição de nosso BLOG pois ficaram claras as explicações do Senador Magno Malta no link: http://assoc-pro-ficha-limpa.blogspot.com/2013/03/magno-malta-comenta-retirada-de-peticao.html#.UUHl0Rz_mSo


Não faça DOAÇÃO alguma para estes Fascistas, comandados por Pedro Abramovay. A AVAAZ Internacional demitir o Sr. Pedro Abramovay, e ambos serem responsabilizados pela PETIÇÃO A FAVOR DO Pr. Silas Malafaia e pela PETIÇÃO CONTRA O Pr. Marco Feliciano, pois INCITOU uma turba de Ativistas Gays contra eles. E investigados outros casos de injusitças praticadas pela AVAAZ com o aval de seu Presidente, no Brasil.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ameaça a Julio Severo: Chegou a hora de aplicar a Lei da Ficha limpa para alguns Apologetas Comunistas


Apologeta comunista quer que Julio Severo se retrate

Em defesa de protestantes esquerdistas, blogueiro com histórico de anos no Partido Comunista do Brasil diz: “Usar da liberdade garantida pelo estado democrático para caluniar pessoas sérias merece uma resposta legal”

Julio Severo
Comunistas, socialistas, esquerdistas, progressistas e criaturas afins vivem numa mentalidade de coletividade. Quando um deles é atacado, todos se ofendem. E todos acham que têm a obrigação de defender o camarada desmascarado. Esse parece ser o caso de Johnny Bernardo, ou Johnny Torralbo Bernardo, que me escreveu dizendo: “Não tolerei esse tipo de comentário contra nós, uma vez que temos desenvolvido um trabalho sério na defesa do Evangelho.”

O comentário mencionado por ele não se dirigia a ele nominalmente. É um artigo expondo o Púlpito Cristão, que se revelou esquerdista em mais de um artigo.
O Púlpito Cristão, aliado íntimo de Renato Vargens, é um dos maiores tabloides apologéticos sensacionalistas do Brasil, mas, depois de ser denunciado por mim por ser esquerdista, desmentiu seu esquerdismo. Entretanto, depois confirmou, publicando outro artigo esquerdista, que acabou sendo denunciado pelo jornalista Edson Camargo. E mais recentemente, publicou ainda outro artigo esquerdista, intitulado “Leonardo Boff para Crianças”. Boff é o maior defensor católico da marxista Teologia da Libertação.
Como dá para chamar isso de “um trabalho sério na defesa do Evangelho”? Para um seguidor de Jesus Cristo, não dá de jeito nenhum. Mas para um comunista, socialista, esquerdista, progressista ou outra criatura semelhante, existe jeito para tudo.
Meu texto “A esquerda apologética e o neopentecostalismo” só aponta duas coisas óbvias: 1. O esquerdismo do Púlpito Cristão. 2. A participação de Leonardo Gonçalves, dono do Púlpito Cristão, em atividade da VINACC. Qual dessas duas denúncias se enquadra na acusação de “calúnia”?

O Púlpito da Matilha

Essa não é, diga-se de passagem, a primeira vez que Leonardo faz companhia à VINACC. Num embate envolvendo a questão marxista meses atrás, Leonardo, VINACC e indivíduos ligados ao Mackenzie, que não se julgam esquerdistas, defenderam com unhas e dentes Renato Vargens e seus artigos em favor de um bispo marxista morto. Muitos dessa panelinha, inclusive Leonardo e Vargens, aparecem agora de novo juntos num livro da VINACC que pretende ser uma obra dos supostos maiores blogueiros do Brasil.
O maior blogueiro nesse livro é o próprio dono do Púlpito Cristão. O motivo por que os cristãos perderam a vergonha de aparecer junto com esquerdistas? Para esse tipo de companhia, Deus só tem um conselho, que serve para o cristão principiante e para o madurão: “Não vos enganeis! ‘As más companhias corrompem os bons costumes’”. (1 Coríntios 15:33 KJA)

Seja como for, havia uma época em que os cristãos repreenderiam publicamente e isolariam um esquerdista. Mas essa época passou.
Johnny Bernardo disse: “Há alguns anos eu cheguei até a comprar uma briga com o Leonardo Gonçalves devido um artigo que ele havia publicado sobre vc, mas agora me arrependo”.
Lamento que ele tenha se arrependido. Mas entendo perfeitamente a razão de ele se ofender com meu artigo denunciando o esquerdismo do Púlpito Cristão. Johnny Torralbo Bernardo tem um histórico de muitos anos de filiação ao Partido Comunista do Brasil no ABC paulista. Pelo menos nisso, ele é coerente. Se eu fosse comunista, eu também defenderia meus camaradas.
Mas sou de outra linha. Defendo os oprimidos pelo comunismo.
Quanto ao episódio mencionado por Johnny, onde ele comprou briga com Leonardo Gonçalves por minha causa, havia algo de mais honesto a se fazer? Nesse episódio, de anos atrás, Leonardo se uniu ao Genizah para me atacar.
O dono do Genizah, que se considera tão calvinista quanto Leonardo, vem adquirindo fama por despejar calúnias e palavrões, inclusive contra mim, com a ajuda de seus blogs laranjas.
O ataque de anos atrás, oposto por Johnny, foi planejado em matilha, com os envolvidos fazendo conferências por Skype sobre como achar o melhor ângulo para me derrubar. Só tive acesso à informação dessas conferências porque um dos que faziam parte da matilha se arrependeu e me revelou que o ataque simultâneo que eu estava sofrendo do Genizah, Púlpito Cristão e outros blogs “apologéticos” não era coincidência.
Se Johnny está agora arrependido de não apoiar a matilha, ele tem o livre arbítrio para fazer o que quiser.

Chamar esquerdista de esquerdista é “calúnia”</br>

Contudo, quando diz que estou “caluniando pessoas sérias”, ele está cometendo um equívoco muito sério. Se aponto um esquerdista como esquerdista, que calúnia há nisso? Se denuncio um comunista como comunista, que calúnia há nisso?
Anos atrás, meu amigo Pe. Lodi foi processado por calúnia. O crime dele? Chamar uma abortista de abortista. Ele perdeu a causa, não por injustiça nele, mas por injustiça na Justiça brasileira.
Desse jeito, Johnny, Púlpito Cristão, Genizah e outros apologetas esquerdistas poderão me processar à vontade toda vez que eu chamá-los de esquerdistas, comunistas ou progressistas. Eles têm grandes chances de ganhar.
Mas desde quando chamar esquerdista de esquerdista é “calúnia”? Só comete calúnia quem difama e faz acusações falsas. Esse não é o caso dos meus textos sobre os apologetas que se identificam como calvinistas e são progressistas. O Dicionário Aurélio assim define a palavra “progressista”: “Diz-se de quem, não pertencendo a um partido socialista ou comunista, aceita e/ou apóia, no entanto, os princípios socialistas ou marxistas”.
Muitos blogueiros calvinistas apologéticos, para não terem o trabalho de sair do armário, aceitam muito bem o rótulo de “progressista”. Mas esse não é o caso de Johnny, como membro do Partido Comunista do Brasil.
Johnny diz sobre meu artigo “A esquerda apologética e o neopentecostalismo”: “Irei contatar o João Weronka do NAPEC com uma cópia salva de seu artigo e comentário sobre nós e, esperamos, que vc se retrate”.

Apologetas esquerdistas: neopentecostalismo é “heresia”

Acabo de visitar o site do NAPEC, que pertence ao amigo dele João Weronka. Desconheço se ele é calvinista, mas ali está, pelo menos neste momento, um artigo de Leonardo Gonçalves na manchete. E no menu de conteúdo do site “apologético”, “neopentecostalismo” consta no título “heresias”.
Isso faz tanto sentido quanto classificar o calvinismo como heresia. Quantas perdas teríamos se víssemos o calvinismo como um todo como herético.
O maior livro de educação escolar em casa do Brasil é “De Volta Ao Lar”, escrito por Mary Pride, ex-feminista americana que hoje é presbiteriana ortodoxa. Ela se enquadraria no perfil de puritana: defende o capitalismo, não tem televisor em casa e educou os filhos em casa.
Esse rigor presbiteriano de estilo puritano é tão radical para muitos presbiterianos do Brasil que quando procurei a maior editora presbiteriana do Brasil para publicar o livro da Sra. Mary, a recusa foi imediata, sob a alegação de que o livro estava fora da realidade.
O que é estar fora da realidade? A esposa trabalhar no lar, educar os filhos no lar, rejeitar o feminismo, rejeitar o socialismo, defender a livre iniciativa?
Por que é que os calvinistas brasileiros não conseguem aceitar esses princípios, mas permanecem indiferentes ou até mesmo colaboram com a infiltração feminista e marxista em seus lares e trabalhos?
O NAPEC, que comete o absurdo de colocar o neopentecostalismo na categoria de “heresia”, coloca em manchete Leonardo como “defensor da fé”. E o que é que esse tipo de calvinista faz em defesa da fé? Nos EUA, as maiores igrejas calvinistas ordenam gays e apoiam o aborto. No Brasil, promovem a esquerda, e ainda posam de “apologetas”, com o descaramento de definir os neopentecostais como “heréticos”.
O neopentecostalismo, ou Terceira Onda, teve origem no movimento pentecostal. As igrejas que fazem parte do neopentecostalismo são: Igreja Internacional da Graça de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Batista da Lagoinha, Igreja Renascer em Cristo, Igreja Batista Nacional, Igreja Mundial do Poder de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus e uma multidão de comunidades independentes.
Se todas essas igrejas são “heréticas”, seus membros vão para o inferno? O que esses membros precisam fazer para ir para o Céu? Frequentar as igrejas calvinistas de Leonardo Gonçalves e Renato Vargens? Elogiar Leonardo Boff e Robinson Cavalcanti?
Com seu apoio ao aborto e ao PT, dá para considerar bispo Edir Macedo e sua IURD de heréticos. Mas considerar todos os neopentecostais de “heréticos” não é ir longe demais?
A maior parte dos apologetas calvinistas, inclusive Leonardo, consideram as igrejas neopentecostais como heréticas por causa da Teologia da Prosperidade. Mas, nesse ponto, há uma malícia monumental. A história não registra que o capitalismo andava junto com o calvinismo? A história não mostra que os puritanos, que eram calvinistas de puro sangue, acreditavam e pregavam que a prosperidade material era um sinal evidente de que a pessoa havia sido eleita por Deus? Nesse caso, para vergonha dos calvinistas esquerdistas de hoje, os neopentecostais são muito mais eleitos do que eles.
O capitalismo e o calvinismo não andam mais juntos. A vasta maioria dos calvinistas na blogosfera apologética sente vergonha de qualquer expressão capitalista. Mas sentem orgulho dessa disparidade tão grande de valores, de unir princípios bíblicos com princípios socialistas.
Não dá, como quer Johnny Torralbo Bernardo, para chamar essa união de “um trabalho sério na defesa do Evangelho”. Um trabalho sério na defesa do Evangelho envolve claramente denunciar o esquerdismo que domina dentro e fora da blogosfera apologética.
Nisso, sou sério e severo. Por isso, não me retratarei.

Mensagem de Johnny Torralbo Bernardo para Julio Severo

Eis agora a mensagem completa de Johnny a mim enviada em 31 de dezembro de 2012:
Infelizmente só hoje vi - por indicação de um editor - seu comentário sobre nós, no artigo de sua autoria. Cara: vc não tem mais nada pra fazer?
Há alguns anos eu cheguei até a comprar uma briga com o Leonardo Gonçalves devido um artigo que ele havia publicado sobre vc, mas agora me arrependo.
Sempre admirei seu trabalho na defesa da família, no combate ao homossexualismo e ao aborto.
No entanto, suas recentes críticas ao movimento apologético brasileiro - o qual o associa ao esquerdismo - passou dos limites.
Vc deveria focar seu ministério na questão do homossexualismo que, aliás, é o seu forte, e deixar de lado a opinião partidária alheia.
Jamais publiquei qualquer critica ao seu trabalho e jamis o farei. No entanto, não tolerei calúnias a minha pessoa e amigos de ministério.
Há anos atuo na defesa do Evangelho e monitoramento da religiosa nacional, tendo participação em diversos meios de comunicação - inclusive em canais de televisão que, vez ou outra, indico autoridades religiosas para entrevistas.
Irei contatar o João Weronka do NAPEC com uma cópia salva de seu artigo e comentário sobre nós e, esperamos, que vc se retrate.
Mais uma vez: não tolerei esse tipo de comentário contra nós, uma vez que temos desenvolvido um trabalho sério na defesa do Evangelho e dos mais necessitados de nossa sociedade.
Somos a favor dos direitos da família, da pátria, dos direitos democráticos - inclusive da liberdade de expressão. No entanto, usar da liberdade garantida pelo estado democrático para caluniar pessoas sérias merece uma resposta legal.
Se Johnny acha que dá para considerar como homens sérios indivíduos que elogiam o socialismo, mas debocham, atacam e tratam como “heréticos” os neopentecostais (Igreja Internacional da Graça de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Batista da Lagoinha, Igreja Renascer em Cristo, Igreja Batista Nacional, Igreja Mundial do Poder de Deus e muitas outras comunidades), então que ele apoie Leonardo Gonçalves e Genizah em seus ataques de matilha.
Que ele apoie esses ataques quando mostro que, enquanto as igrejas calvinistas da Europa morreram e as maiores denominações calvinistas dos EUA estão ordenando pastores gays, quem está representando o único impedimento para o avanço total do socialismo no Brasil são justamente as igrejas difamadas e caluniadas como “heréticas” por indivíduos calvinistas que abraçaram a heresia esquerdista.
Se Johnny realmente acha que minhas denúncias contra os calvinistas esquerdistas merecem uma resposta legal, ele está livre para me processar.
Mas alerto. Ele vai ter de entrar na fila. Conforme informação que recebi de uma pessoa importante no Congresso Nacional pouco tempo atrás, um grupo de esquerdistas (evangélicos e ateus) está se preparando para mover uma grande ação legal contra mim.
Portanto, Johnny não é o único comunista (ou socialista, marxista, progressista, etc.) incomodado com meu trabalho de defender o Evangelho numa cultura que, dentro e fora da igreja, está cada vez mais mergulhada no esgoto socialista.
Por minha parte, em coerência com o Evangelho, defenderei Johnny e até mesmo Leonardo Gonçalves — quando ambos se converterem de seu paranoico esquerdismo antineopentecostal.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lula, o BMG e o tenebroso decreto da sexta-feira, 13

Por Rui Nogueira
Preste atenção nesta seqüência límpida de fatos envolvendo o mais alto escalão do governo Lula:

MP 130No dia 17 de setembro de 2003, nove meses depois de eleito, o presidente da República assinou a Medida Provisória nº 130. Junto com a MP enviada ao Congresso, seguiu o Decreto nº 4.840, que era a regulamentação da MP. Resumindo: a medida provisória e o decreto consolidavam e eliminavam dúvidas na legislação existente para a prática do chamado crédito consignado. E abriam essa modalidade de empréstimos aos beneficiários da previdência social;

.Artigo 6ºNo dia 18 de dezembro de 2003, o Congresso aprovou a MP, transformando-a na Lei 10.820/03. O artigo 6º dizia que a Previdência recolheria as parcelas devidas pelos aposentados ou pensionistas nos contratos de empréstimos consignados e, depois, repassaria o dinheiro às instituições financeiras;

"Empréstimos"Ao longo de todo o segundo semestre de 2003, a relação BMG, Banco Rural, Delúbio Soares e Marcos Valério se consolidou. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares até teria conseguido uns “empréstimos” nesses bancos para financiar o partido, coisa à toa, na casa dos R$ 30 milhões (R$ 26 milhões no BMG);

Mudança no artigo 6ºEm maio do ano seguinte, 2004, o governo enviou ao Congresso uma nova lei tratando de crédito consignado. Propunha uma mudança no artigo 6º da Lei 10.820, aprovada em dezembro do ano anterior. Pela nova redação proposta para o artigo 6º, em vez de a Previdência recolher as parcelas dos empréstimos devidos, os bancos dispensariam a intermediação da Previdência e, na hora de pagar os benefícios aos aposentados, passariam a reter automaticamente os valores das parcelas devidas;

DecretoNo dia 13 de agosto de 2004, uma tenebrosa sexta-feira-13, enquanto a Lei 10.820 não era aprovada, o presidente da República assinou o Decreto 5.180 permitindo que todos os bancos operassem crédito consignado para os aposentados, e não apenas aqueles que faziam os pagamentos dos benefícios da Previdência (o BMG não fazia);

Mudança aprovadaCatorze dias depois de assinado do tal Decreto 5.180, o Congresso aprovou também a Lei 10.820 (27 de setembro de 2004);

Carta de LulaNo dia 29 de setembro, Lula assinou uma carta dirigida a 13 milhões de aposentados, convidando-os a obter empréstimos consignados camaradas, na ótica dele e do BMG, é claro.

Enormes coincidênciasEsse roteiro de datas e dados é a soma de duas reportagens sobre as relações do governo Lula com o Banco de Minas Gerais (BMG). Uma das reportagens está na revista Primeira Leitura de abril (nº 50) e é de minha autoria [O Evangelho segundo São Lula]. A outra, sobre o tenebroso decreto da sexta-feira 13, é da repórter Marta Salomon e está na edição da Folha de S. Paulo deste 1º de Maio. Somadas, as duas mostram como, com o decreto e a lei aprovados, o Banco de Minas Gerais (BMG) entrou para valer no negócio do crédito consignado para aposentados. Um banco que, em parceria com o Rural, também de Minas, tornou-se, segundo o Ministério Público Federal, o “avalista” da farsa dos empréstimos ao PT no esquema do valério-delubioduto.
O Ministério Público já sabe que os tais empréstimos foram uma farsa, mas agora está atrás da explicação para essa enorme coincidência entre as datas das leis aprontadas pelo Executivo, aprovadas pelo Congresso e a voracidade com que o BMG se lançou no mercado de crédito consignado. Tudo planejado, leis e negócios, depois de vários encontros dos executivos do banco com interlocutores do Planalto – José Dirceu, entre outros.
Mais que isso: enquanto só a Caixa Econômica Federal (CEF) operou o crédito consignado para aposentados, Lula não se preocupou nem em facilitar a vida do banco estatal, acabando com a intermediação dos repasses das parcelas devidas pela Previdência, nem em mandar uma simpática cartinha aos aposentados exortando-os a tomar mais dinheiro emprestado para “atender melhor às necessidades do dia-a-dia”. Enfim, Sua Excelência, não havia se interessado em ser garoto-propaganda do crédito consignado da Caixa, no que se transformou em relação ao BMG.
Mercado milionário
A performance do BMG depois das relações profícuas com o Planalto de Lula fizeram o lucro do banco pular de R$ 90 milhões, em 2003, para quase R$ 280 milhões, em 2004. Só para se ter uma idéia do impacto do crédito consignado para aposentados, transcrevo trecho de uma reportagem do Jornal de Brasília, de junho do ano passado, com um balanço do movimento administrativo, previdenciário e financeiro junto aos beneficiários de Brasília e do país inteiro. Contava o jornal:

“Motivados pela comodidade e por juros abaixo dos valores praticados pelo mercado, quase 31 mil aposentados e pensionistas do INSS brasilienses recorreram ao empréstimo consignado – cobrança descontada na folha de pagamento, de setembro de 2004 até dia 2 deste mês. O crescimento no número de operações foi de 1.930% no período –  passou de 1.522 para 30,9 mil, segundo levantamento da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev). Aposentados do Distrito Federal pegaram R$ 81,8 milhões emprestados em nove meses.
Em todo o Brasil, de maio a junho deste ano, foram feitos 26,9 mil empréstimos consignados por dia, o que representa 1.124 por hora ou 18 empréstimos por minuto. Até dia 2, mais de 3 milhões de aposentados e pensionistas pegaram dinheiro emprestado em bancos conveniados à Previdência Social. Um crescimento igual ao do DF. Em setembro, o número de empréstimos ficou em 210 mil.
Aposentados e pensionistas que ganham até dois salários mínimos também pegaram mais dinheiro emprestado. Em maio, 43% das operações de crédito foram para quem ganhava até um salário, e 15% para quem recebia entre um e dois salários.
O crédito em consignação para segurados da Previdência foi criado pela MP 130. Mas o primeiro convênio só foi firmado em maio de 2004, com a Caixa Econômica Federal. Pela lei, podem pegar dinheiro emprestado pessoas com benefícios fixos (aposentadorias ou pensões) e o desconto das parcelas não pode ultrapassar 30% do valor do benefício.”
Portanto, de setembro de 2003, quando editou a Medida Provisória 130 (Lei 10.820), abrindo o crédito consignado a aposentados, a setembro de 2004, quando assinou a carta aos aposentados que já podiam pegar dinheiro no BMG, o governo Lula cuidou apenas de aprovar uma lei e um decreto em que o banco mineiro era o grande beneficiado. Durante pelo menos dois meses, BMG e Caixa ficaram sozinhos nessa modalidade de empréstimo. Mas o BMG ainda teve o presidente da República, segundo um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), como lobista.
A equipe do procurador-geral da República, Antonio Fernando, está investigando essa relação do Planalto com o BMG.
[[EMAIL PROTECTED]]
Publicado em 1º maio de 2006.

Obs.: Alguém ainda tem alguma dúvida de quem é o Chefe do Mensalão? É Ali Babaca, aquele que fingia que não comandava os "40 ladrões" que estão sendo processados pelo STF. Não fosse a mídia tomada por petistas, Lula teria sofrido impeachment (F. Maier).

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Senador Álvaro Dias responde nosso email

No email abaixo o Senador Álvaro Dias, um dos senadores que mais dá atenção aos seus eleitores, pelo menos para conosco foi assim, vem a público desmentir a "falsa acusação" de seus inimigos contra ele.

O Senador Álvaro Dias sempre gozou de nossa admiração pela maneira sóbria com que tem atuado em seus mandatos políticos. Postamos a mensagem mentirosa sobre ele em nosso blog apenas porque a fonte que a publicou era uma fonte não confiável. Infelizmente fomos mal interpretados pelo Senador, porém, de qualquer forma, reproduzimos aqui nosso questionamento e a seguir a resposta que nos foi enviada por ele:

From mailto:defesa_hetero@yahoo.com
Enviada em: sábado, 29 de dezembro de 2012 03:40
Para: Sen. Álvaro Dias
Assunto: QUE BUSCAR CONCENSO, COISA NENHUMA. NÃO EXISTE RAZÃO PARA A PLC
122/06 EXISTIR. Isto já foi exaustivamente discutido por juristas e pessoas de
calibre no assunto.

Li hoje a material abaixo no jornal Correio do Brasil.
Gostaria de obter de V.Excia uma explicação sobre esta acusação, pois sempre o
tivemos como pessoa honesta e honrada.
Com a Palavra, caro Senador. Nosso Estado merece uma satisfação de V.Excia.
Um forte abraço,
APFL – Associação Pró Ficha Limpa
Rev. Dr. Alberto Thieme
Presidente
================= RESPOSTA ======================
Sen. Álvaro Dias [mailto:ALVARODI@senado.gov.br]
Sent: Monday, January 21, 2013 8:52 AM
To: ADHT - Associação para Defesa da Família e Casamento Tradicionais,
Contra o Aborto
Subject: RES: Fortuna de Alvaro.

Ser alvo dessas insinuações caluniosas, como essa objeto de sua mensagem,meu caro Rev.
Dr. Alberto Thieme , é o preço que se paga por desafiar os criminosos que dominam o governo do nosso país. Como, apesar de viverem vasculhando meu passado e meu presente nada encontram de errado, ficam distorcendo fatos e fazendo insinuações descabidas, na velha estratégia petista de tentar demonstrar que todos os políticos seriam tão corruptos quanto eles. Meu patrimônio atual não consta na declaração que apresentei à Justiça Eleitoral quando me candidatei pela simples razão de que ele cresceu posteriormente, mas de forma honesta, por razões claras e inquestionáveis: conforme deixei claro em meu blog, a origem desse acréscimo patrimonial foi a incorporação da parte que me coube na partilha dos bens que meu saudoso pai deixou. Decidi, simplesmente, aplicar na construção de imóveis em Brasília o dinheiro que recebi. Esta é a realidade em cima da qual meus adversários ficam criando e difundindo fantasias, conforme comprova a matéria abaixo.

Alvaro Dias

Desmoralizado e com medo, Lula comanda campanha mentirosa e covarde contra Alvaro Dias



Sem controle – Que o objetivo de Luiz Inácio da Silva é blindar a si próprio a partir de ataques aos adversários todos sabem, algo que ficou ainda mais evidente na CPI do Cachoeira, criada por pressão do ex-metalúrgico, cujo objetivo era criar uma cortina de fumaça diante do julgamento do Mensalão do PT e vingar-se de Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás e um dos primeiros a denunciar o escândalo do Mensalão. O intento não logrou êxito, pois avançar nas investigações poderia atingir o próprio Lula e a atual inquilina do Palácio do Planalto, Dilma Rousseff.

Com a eclosão de novos escândalos de corrupção envolvendo o PT, como é o caso do esquema criminoso desmontado pela Operação Porto Seguro, os partidos de oposição decidiram não apenas cobrar explicações, o que é necessário, mas acenar com a possibilidade de criação da CPI da Rosemary, na qual Lula seria um dos investigados, já que a ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo, indiciada pela PF, falava em nome do petista e apresentava como sua namorada.

No Senado Federal, quem liderou a cobrança de explicações de forma insistente foi o senador tucano Alvaro Dias, do Paraná, que a mando de Lula passou a ser atacado diuturnamente pela cibernética tropa de choque financiada pelo PT. Da noite para o dia, começaram a circular na internet alguns e-mails acusando Alvaro Dias de ter um patrimônio de R$ 16 milhões, de
origem supostamente ilícita. Acontece que Lula ordenou o ataque sem se certificar das armas que seriam utilizadas.

Durante a campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo, petistas falavam abertamente nos bastidores que o partido fracassou na tentativa de encontrar algum fato que pudesse incriminar Alvaro Dias.

É importante lembrar aos leitores que o ucho.info não tem procuração para defender o senador tucano, mas apenas cumpre o compromisso de revelar a verdade dos fatos. Quem acompanha o nosso trabalho sabe que não fazemos jornalismo de encomenda e nem protegemos políticos corruptos ou assemelhados.

Como o PT está desesperado diante das incertezas que rodeiam o futuro de Lula, a ordem é atacar os adversários, mesmo que para isso seja necessário lançar mão de leviandades e mentiras, o que não causa surpresa aos que já conhecem o modus operandi do partido. O primeiro passo do esclarecimento é desvendar de onde a tropa de choque petista tirou o valor de R$ 16 milhões.
Desrespeitadores da lei, os petistas se valeram de informação que consta de um processo que corre sob segredo de Justiça, onde a mãe de uma das filhas de Alvaro Dias, que está prestes a atingir a maioridade, pleiteia de maneira atabalhoada parte do seu patrimônio.

Nenhum cidadão brasileiro é obrigado a dividir antecipadamente o patrimônio entre seus herdeiros. E nessa prerrogativa legal se encaixa Alvaro Dias, que paga à filha a pensão estipulada pela Justiça, valor que é declarado à Receita Federal. Como os ataques petistas estão calcados sobre a mentira e violação de segredo de Justiça, o partido nada pode fazer contra o senador oposicionista, a não ser reconhecer seu direito de, na condição de eleito pelo voto popular, cobrar explicações sobre escândalos de corrupção envolvendo Lula e o PT.

O patrimônio da família de Alvaro Dias, com boa dose de certeza, ultrapassa o valor mencionado pelos kamikazes petistas, pois começou a ser construído por Silvino Dias, pai do senador paranaense, ainda no ano de 1938. Ou seja, há 75 anos, quando o messiânico e enrolado Lula ainda não havia nascido.

O PT adota esse jogo covarde e chicaneiro porque não tem qualquer prova cabal contra Alvaro Dias, mas precisa de todas as maneiras evitar que Lula seja alvo de investigações, pois do contrário o partido e seu líder-maior desaparecerão em questão de meses.

Ratificando o que sempre afirma o ucho.info, a vida deve ser pautada pela coerência e políticos devem ser tratados com isonomia, sem privilégio desse ou daquele. Os detratores que agem a mando de Lula lançam dúvidas sobre o patrimônio declarado de Alvaro Dias. Pois bem, que Lula explique a origem do
dinheiro utilizado na compra do seu apartamento em São Bernardo do Campo. Se isso acontecer, será preciso chamar o ex-presidente da finada Transbrasil, Antonio Celso Cipirani, que deixou os funcionários com as mãos abanando, e o compadre de Lula, o advogado Roberto Teixeira.

Mas as explicações não param por aqui. Lula precisa explicar aos brasileiros o motivo que levou uma concessionária de serviço público, no caso a outrora Telemar, a despejar R$ 5 milhões na empresa de Fábio Luís Lula da Silva, um ex-monitor de zoológico que milagrosa e inesperadamente transformou-se em empresário rico e de sucesso. Outro capítulo que merece explicação é a origem do dinheiro – R$ 1,7 milhão – apreendido pela Polícia Federal com os “aloprados” que encomendaram o Dossiê Cuiabá. Desde 2006,ninguém ousou apresentar-se como dono da soma.

Para não pressionar de forma excessiva alguém que recentemente teve alta médica após longo e penoso tratamento contra um câncer na laringe, cobramos de Lula apenas mais duas explicações: 1) A verdade sobre a morte de Celso Daniel, que foi brutalmente assassinado apenas porque discordou da destinação dada ao dinheiro das propinas arrecadadas em Santo André. 2) O paradeiro dos R$ 100 milhões que foram desviados da Bancoop, deixando mais de três mil mutuários na mão.

Por piedade deixaremos para outra ocasião os casos do sumiço do crucifixo do gabinete presidencial; a compra de um relógio Cartier, em Nova York, com cartão de crédito da Presidência; e um saque em dinheiro, de mais de US$ 80 mil, feito também com o cartão de crédito corporativo na Europa.

Antes de ordenar esses insanos ataques aos adversários, o que denota desespero, Lula deveria fazer um exame de consciência, pois qualquer lance errado a essa altura representará um xeque-mate político.

A reportagem do ucho.info entrou em contato com o senador Alvaro Dias, que disse ter todos os documentos que comprovam a origem do seu patrimônio. Sobre o processo que tramita na Justiça, o parlamentar preferiu não comentar, pois o mesmo está sob segredo de Justiça, como já informamos anteriormente.

No contraponto, Lula, o abusado, tem coragem para fazer o mesmo que seu desafeto? Ou deixará que seus capachos de aluguel continuem espalhando mentiras na rede mundial de computadores, repetindo o gesto covarde de Fernando Collor, em 1989, que o obrigou a mandar sua filha, Lurian, a se refugiar em Paris, no apartamento de Luis Favre, que tempos depois acabou casando com Marta Suplicy?
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VEJA A MATÉRIA QUE FOI PUBLICADA FALSAMENTE CONTRA O SENADOR, SEGUNDO INFORMAÇÕES ACIMA.... 

"O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que posa em frente ao quadro com próceres da República, ainda não explicou origem de patrimônio milionário".

"O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que posa em frente ao quadro com próceres da República, ainda não explicou origem de patrimônio milionário" (PSDB-PR), que posa em frente ao quadro com
próceres da República, ainda não explicou origem de patrimônio milionário
O possível envolvimento do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) com empresários
ligados à origem do escândalo do ‘mensalão’, a Ação Penal (AP) 470, que o Supremo Tribunal Federal (STF) terminou de julgar em meados deste mês, piora a imagem pública do político tucano. href="http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/em-nota-alvaro-dias-nao-explica-denuncias-sobre-seu-patrimonio-mas-homenageia-o-pai/563126/"

Dedicado a apontar falhas de caráter em integrantes da esquerda brasileira, Dias bebeu do próprio veneno ao ver noticiada, nos últimos dias, a condenação judicial a que será submetido em um processo na Vara de Família de seu Estado. O processo, movido por sua filha menor de idade, levou-o a admitir a propriedade de cinco mansões em seu nome, no valor de R$ 16 milhões. À Justiça Eleitoral, o parlamentar declarou patrimônio de apenas R$ 1,9 milhão.

"Em notícia divulgada nesta sexta-feira, na internet, Dias teria obtido parte dos recursos necessários à construção de seu patrimônio junto às empresas dos irmãos Basile e Alexandre George Pantazi, que estiveram envolvidas nos primórdios do escândalo nos Correios. A denúncia, reproduzida no blog Amigos do Presidente Lula, apresenta a ligação entre o senador paranaense no processo, que não está protegido por nenhum segredo de Justiça, que cita como ré a empresa AGP Administracão,
Participação e Investimentos, cujo sócio-gerente seria Pantazis, dono também da Dismaf Distribuidora de Manufaturados. Esta última é a empresa envolvida nas investigações dos Correios e citada em reportagem da revista semanal de ultradireita Veja, de 13 de abril de 2011. Segundo a reportagem, a empresa teria pagado propinas ao PTB sobre contratos nos Correios.

"Segundo o blog, “o aparecimento desta súbita fortuna causou perplexidade à nação brasileira, que pergunta: como o senador, da noite para o dia, aparece como um dos parlamentares mais ricos do Brasil?. Detalhe: o processo não está em segredo de justiça, ao contrário do que disse o senador em seu twitter, e não é uma mera disputa familiar. É uma disputa patrimonial graúda envolvendo mais 10 réus ao lado de Alvaro Dias, e quatro deles são pessoas jurídicas. Uma das empresas ré na causa é a AGP Administração, Participação e Investimentos Ltda., de Alexandre George Pantazis, indicando que Alvaro Dias teve algum tipo de negócio com esta empresa envolvendo os R$ 16 milhões em questão”.

"A Dismaf foi objeto de uma reportagem da revista Veja (pág. 64, edição 2212 de 13/04/2011), acusando a empresa de pagar propinas ao PTB sobre contratos nos Correios, no caso que deu origem ao ‘mensalão’ a partir da gravação feita por um araponga de Carlinhos Cachoeira, que levou Roberto Jefferson a dar a entrevista em 2005. A reportagem foi baseado na denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal. Declarada inidônea pelos Correios, a empresa não podia participar de licitações, mas ganhou uma na Valec (que constrói a ferrovia norte-sul) para fornecer trilhos.
O fato foi alvo de auditoria na CGU e foi um dos motivos para demissão do ex-presidente da Valec, o Juquinha”. Somente uma investigação sobre os contratos e quebra de sigilo bancário “poderá esclarecer o real envolvimento do senador tucano com o dono da Dismaf”, acrescenta o texto.

O Correio do Brasil tentou entrar em contato com o senador, tanto por telefone quanto na área de contato do sítio que ele mantém na internet, mas sem nenhum retorno até o fechamento desta matéria. Em sua página do microblog Twitter, Dias apenas postou, no final da manhã desta sexta-feira, uma mensagem cifrada:  “Não vou subestimar a inteligência das pessoas que confiam em mim respondendo a inimigos levianos, desonestos A ma fé tem como resposta a ação”.

Sen. Álvaro Dias "mailto:ALVARODI@senado.gov.br"
Sent: Wednesday, June 01, 2011 7:22 PM
To: "mailto:defesa_hetero@yahoo.com"
Subject: RE: QUE BUSCAR CONCENSO, COISA NENHUMA. NÃO EXISTE RAZÃO PARA A PLC 122/06 EXISTIR. Isto já foi exaustivamente discutido por juristas e pessoas de calibre no assunto.

A propósito de sua mensagem,permita-me informar que eu vou votar contra a aprovação do PLC 122/2006 por entender que ele extrapola o seu objetivo e atenta contra a liberdade de expressão. A tramitação deste projeto não tem sido tranqüila aqui no Senado. Ele chegou a ser arquivado, mas foi ressuscitado pela senadora Marta Suplicy, do PT. Na última reunião da Comissão de Direitos Humanos, que tratou do assunto, o projeto foi retirado de pauta face à reação de líderes religiosos presentes e dos parlamentares que são contra a aprovação da matéria tal como ela se encontra.

Eu também entendo que o PLC 122 é inconstitucional; por agredir; a livre expressão do pensamento garantida pela nossa Carta Magna, além do que, o grupo que ele pretende proteger já encontra suficiente proteção na legislação em vigor no país.

com meu abraço,
Alvaro Dias
Blog: http://www.blogalvarodias.com/


Os amores e os ódios de Dom Balduino, este estranho 'homem de Deus'.

POR REINALDO AZEVEDO 
Há dois dias escrevi aqui sobre as maluquices de dois padres — Júlio Lancelotti e um outro aí — que decidiram se opor à internação involuntária de viciados em São Paulo, embora o programa, que cumpre previsão legal, esteja cercado de todos os cuidados técnicos e garantias democráticas. Por que os dois fazem isso? Porque têm, vamos dizer assim, ideias na cabeça que passam muito longe dos fundamentos do catolicismo e da outra Constituição que deveriam seguir: os fundamentos no Novo Testamento.

No dia 23, a Folha publicou um artigo assinado por Dom Tomás Balduino, 90 anos (se escrito por ele, isso já não sei), que é nada menos do que um libelo contra a senadora Kátia Abreu (PSD-TO). Vamos ver. Divergir desse ou daquele é parte do jogo democrático. O ataque gratuito, saído do nada, apelando a calúnias já desmoralizada pelos fatos e pela Justiça, bem, isso é outra coisa. A senadora, presidente da Confederação Nacional da Agricultura do Brasil (CNA), não foi atacada por dom Balduino por ter feito isso ou aquilo, mas por ser quem é: líder de um setor da economia —  o único da área produtiva que exibe números realmente virtuosos. E sem ter o BNDES como babá.

Dom Tomás é bispo emérito de Goiás e “conselheiro permanente da Comissão Pastoral da Terra”, de que já foi presidente. As “pastorais” são o que já chamei aqui de “herança maldita da Escatologia da Libertação”. Na sua militância, substituem os fundamentos do cristianismo — e, particularmente, do catolicismo — pela velha e boa (para os militantes) luta de classes. Poucos setores demonizam tanto o a produção rural, por exemplo, como essa ala da Igreja. Padres e bispos católicos deveriam ter como mandamento “dar pão a quem tem fome”. Fazem, nesse caso, o contrário: preferem a fome desde que ela esteja de acordo com o que acham ser “justiça”.

Dom Balduino, com o seu entendimento muito particular do que seja justiça, já foi tema deste blog muitas vezes. Em 2009, confesso, ele consegue deixar chocado até este blogueiro, que espera as piores coisas desse setor da Igreja. O noticiário internacional dava conta da penca de filhos que o então presidente do Paraguai, Fernando Lugo, havia tido na clandestinidade, quando era nada menos do que bispo — filhos que, evidentemente, não haviam sido reconhecidos. Dom Balduino não hesitou: trocou a Teologia da Libertação pela Teologia da Inseminação e emprestou seu total apoio ao “amigo”. Mais: acusou uma conspiração contra o Lugo e ainda acusou a mídia, claro!!! Deu a impressão de que os inimigos de Lugo o forçaram a se deitar com parcela significativa da população feminina do Paraguai. No trecho mais impressionante da Carta, Dom Balduino exaltou a quebra dos votos de castidade do outro e sua prolífica militância. Assim:“Continue assim, caro Irmão, coerente com a inspiração evangélica, ao testemunhar, com clarividência e humanidade, o inestimável valor do relacionamento entre o homem e a mulher”.

Ainda que padre transando com mulher não seja a pior notícia que pode ter a Igreja, é evidente que a carta de dom Tomás é pura delinquência teológica e política.

O que isso tem a ver?

Aí alguns mais inocentes poderiam perguntar: “O que isso tem a ver com o caso de agora, Reinaldo?” Tudo!  Dom Balduino é do tipo que santifica os seus amigos, pouco importando as transgressões que tenham praticado (ele as transforma, como se vê, em virtudes), e que demoniza aqueles que considera adversários, pouco importando se têm ou não virtudes. E isso está demonstrado por sua trajetória e militância.

As acusações

O artigo de Balduino está ancorado num texto publicado pela notória Carta Capital, com o apreço e o amor à verdade que há por lá. Acusa Kátia Abreu de ter expulsado um agricultor de sua terra e de ter se apropriado de área pública. Os documentos que existem a respeito do caso desmentem uma coisa e também outra — tudo submetido ao crivo da Justiça.

Balduino afirma ainda outras barbaridades sobre assunto que conhecemos bem, os que somos deste blog. Quando o Supremo tomou a decisão sobre Raposa Serra do Sol — decisão lastimável no mérito (e nós estávamos certos; só cresceu miséria por lá ) —, estabeleceu 20 condicionantes para aquela área e para a demarcação de futuras terras indígenas. O bispo, com um desapreço pela verdade só superado pelas ignomínias que disse no elogio a Lugo, atribui tal decisão a Kátia Abreu. É mesmo um troço espantoso!


Estudiosos tentam entender as razões do declínio da Igreja Católica no Brasil — e está em declínio, é inútil negar. Deriva, não tenho dúvida, entre outras causas, do fato de que muitos religiosos passaram a ignorar o dogma da Cruz em favor do da luta de classes. O pior é que acabam com um entendimento prejudicado das duas coisas. Os marxistas originais, vá lá, achavam que era preciso superar o capitalismo para chegar ao socialismo — e àquilo que entendiam ser o bem-estar coletivo. O comunismo dos padres é coisa mais primitiva mesmo. Eles parecem ter uma atração fatal pela socialização da miséria. A exemplo daquela turma da Alana, eles também não gostam do… consumismo… É o caso de Lancelotti. Esse homem não pode ver um miserável que logo cai de joelhos.

Leiam a resposta que Kátia Abreu deu a dom Balduino, também na Folha:
Li, com surpresa, nesta Folha, um texto rancoroso e eivado de fúria acusatória e caluniosa (“Apreensão no campo” ), assinado pelo bispo emérito de Goiás Velho, dom Tomás Balduino, atribuindo-me pecados que não cometi.

Como católica praticante, jamais imaginei um dia polemizar com um representante da mais alta hierarquia da fé que professo. Mas a fé que professo não parece ser a mesma que a dele. As palavras que me dirigiu não foram de um cristão.

Minha fé não é a do ódio revolucionário, que incita o conflito e trata como pecadores os que dele divergem ideologicamente. É a fé que o papa Bento 16, em seu livro “Jesus de Nazaré, da Entrada em Jerusalém à Ressurreição”, proclama como sendo a da paz.

“A violência”, diz o papa, “não instaura o Reino de Deus, o Reino da Humanidade. É, ao contrário, instrumento preferido do Anticristo. Mesmo com motivação religiosa idealista, ela não serve à humanidade, mas à inumanidade”.

Não há mistura mais letal que a da política com a religião. O fundamentalismo é, em si, antirreligioso. Os católicos da Irlanda, em nome de sua fé –que seguramente não é a de Cristo–, usaram o terrorismo e o sangue de inocentes como arma política, em nome de Alguém que resumiu sua doutrina numa frase: “Amai-vos uns aos outros”.

Minha mais remota lembrança de dom Tomás é diametralmente oposta ao espírito de seu artigo. Remonta a um tempo anterior à criação do meu Tocantins, então integrado a Goiás.

Ele, ainda padre, ensinava, num Sermão das Sete Palavras, na Sexta-Feira da Paixão, que Jesus, ao pedir ao Pai que perdoasse seus algozes, “pois não sabiam o que faziam”, mostrava a importância de interceder não só pelos amigos, mas sobretudo pelos inimigos.

Ao que parece, algo mudou na transição de padre Tomás para o bispo dom Balduino. Invoco, pois, o espírito cristão do padre para responder ao bispo, com absoluta serenidade, as imputações que me faz –a mim e a meus irmãos Luiz Alfredo e André Luiz. Mesmo perdoando-o desde já, cumpro o dever de desmenti-lo.

Não é verdade, dom Balduino, que tenha perseguido, despejado e feito perseguir “por 15 policiais armados” um pequeno agricultor em Campos Lindos, Tocantins. Tratava-se do grileiro Juarez Vieira, cuja crônica de violências e maldades qualquer morador da região atestará. Obtive na Justiça reintegração de posse de terra de minha propriedade legítima.

Não é verdade também que a tenha recebido de “mão beijada”. Adquiri-a em moeda corrente e a preço justo, como os demais fazendeiros. Era área inóspita e desabitada; hoje, é a internacionalmente conhecida região do Mapito, referência de produtividade em soja, milho e algodão, com infraestrutura bancada pelos produtores pioneiros.

Outra injúria atinge meus dois irmãos. O bispo acusa Luiz Alfredo de grilagem e André Luiz, de promover trabalho escravo. Mas Alfredo adquiriu com recursos próprios as terras que possui, devidamente documentadas. E André jamais foi proprietário da fazenda citada pelo bispo.

Apenas alugou dois tratores, sem os tratoristas, para o proprietário, nada tendo a ver com as denúncias, que não o envolveram. É, inclusive, funcionário do Ministério Público do Trabalho, onde jamais foi questionado.

Esclareço também que não sou responsável pela decisão da Advocacia-Geral da União de estender as condicionantes da demarcação de Raposa Serra do Sol às demais terras indígenas. Foi o Supremo Tribunal Federal que assim o determinou.

Sem seu grau de santidade e sabedoria, não lhe devolvo as insolências. E se for o caso de terminar com uma citação, tomo, com respeito, a palavra do Senhor, no Antigo Testamento: “Não darás falso testemunho contra o teu próximo” (Êxodo, 20, 16).

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